Cláudio Pinheiro, CDO da GFT. Foto: divulgação.

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A GFT Brasil anunciou a criação de uma área de negócios especializada em dados e inteligência artificial sob o comando de Cláudio Pinheiro, ex-IBM que chegou à companhia em março deste ano.

Na Big Blue, Pinheiro atuou por mais de cinco anos como cientista de dados e, ao chegar à GFT, assumiu como head de dados e AI da empresa. Com a criação do novo departamento, agora torna-se Chief Data Officer (CDO).

O executivo é professor de MBA da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) desde 2017 e de pós-graduação da FIAP desde 2016.

Ao longo de 28 anos de carreira, também foi diretor nas empresas Keyrus e StatSoft, além de ter passado por Anacom e Philips.

O novo CDO da GFT tem MBA em gestão pela Universidade da Califórnia, em finanças pela FGV e em negócios, gestão, marketing e serviços de suporte relacionados pela ESPM, além de mestrado em sistemas da informação aplicados à gestão de negócios pela Universidade Metodista de São Paulo.

Na nova posição, Pinheiro contará com uma equipe de mais de 100 profissionais especializados em engenharia de dados, business intelligence, data science, governança e Master Digital Management (MDM).

A missão é criar e estruturar um centro de excelência, responsável por apoiar todas as unidades de negócios da empresa para agregar valor às suas ofertas, disseminar a cultura analítica de dados e proporcionar caminhos para alavancar os negócios de clientes, prospects e investidores.

"Nosso papel será enxergar possibilidades em todos os níveis de negócios da GFT para identificarmos dados relevantes e traduzi-los em insights que empoderarão nosso público interno e externo a tomar decisões mais assertivas", afirma Pinheiro.

Com isso, a expectativa é de que a nova área de Data & AI contribua para incrementar o faturamento da GFT Brasil entre 5% e 15% logo no primeiro ano de atividade.

A GFT abriu sua operação no Brasil em 2006 em Sorocaba, no interior paulista, com objetivo de ser um centro de desenvolvimento offshore.

A partir de 2011, a empresa  passou a focar mais no mercado local (foi um movimento comum de muitas empresas com centros de off shore), decolando no país desde então: o faturamento cresceu 15 vezes. 

Em 2016, a empresa registrou um aumento de 157% em seu faturamento no Brasil, a maior alta entre as unidades do grupo no mundo.