A Hewlett Packard Enterprise ampliou seu centro desenvolvimento em Araraquara. Foto: Divulgação.

A Hewlett Packard Enterprise ampliou seu centro desenvolvimento em Araraquara, inaugurado em fevereiro de 2014. A nova área totaliza quatro blocos e está distribuída em cerca de mil metros quadrados.

Com a ampliação, a empresa pode abrigar 200 novas posições de trabalho. Com isso, o complexo passa a ter capacidade para mais de 650 postos em mais de 4 mil metros quadrados construídos.

O espaço foi concebido com um ambiente aberto, com flexibilidade para reagrupamentos de acordo com as necessidades das equipes e maior interação entre os funcionários. Existe ainda a possibilidade de organização de ambientes segregados para projetos que exijam este tipo de privacidade.

“Com a expansão do nosso site em Araraquara, a Hewlett Packard Enterprise fortalece a sua presença na região, que já pode ser considerada um polo tecnológico no país. Assim, podemos dar oportunidades e também tirar proveito das excelentes qualificações dos profissionais da cidade”, avalia Mauro Mamede Sá, diretor de operações da Hewlett Packard Enterprise Araraquara.

Apesar do centro de desenvolvimento e gestão de aplicações ter sido inaugurado em 2014, a Hewlett Packard Enterprise está presente na cidade de Araraquara desde 2005. O atual site faz parte de uma rede mundial da HPE que integra mais de 350 unidades que trabalham de maneira colaborativa no desenvolvimento e gestão de aplicações. 

Hoje com mais de 500 funcionários ativos, o complexo HPE AQA foi aberto em 2014 com investimento de aproximadamente US$ 8 milhões.

No final de 2015, A HP Inc, parte da nova HP que ficou com os negócios de computação pessoal e impressão, anunciou a ampliação de seu time de pesquisa e desenvolvimento no Brasil, com a contratação de 50 pessoas para os centros localizados em Porto Alegre e São Paulo.

De acordo com Cirano Silveira, diretor de Pesquisa & Desenvolvimento da HP Inc, a HP investiu R$ 500 milhões em pesquisa e desenvolvimento nos últimos 5 anos no país, das quais apenas a metade é parte da obrigação de investimento local como contrapartida para benefícios fiscais na produção de equipamentos no país.