A Caixa buscou o outsourcing devido ao alto custo para manter e gerir seu parque de impressão. Foto: Divulgação.

A Sonda é a responsável pelo gerenciamento mensal de 60 milhões de páginas impressas por 15 mil equipamentos instalados e administrados em mais de 5,2 mil localidades da Caixa Econômica Federal em todo o Brasil.

Com esses números, o contrato é um dos maiores acordos globais de terceirização de impressão firmado pela Sonda.

A Caixa buscou a opção de outsourcing devido à grande capilaridade e ao alto custo para a empresa manter e gerir seu parque de impressoras em todas as unidades espalhadas pelo território nacional.

O contrato começou com a publicação de um edital para a implantação do serviço de Terceirização de Impressão Departamental, com fornecimento de toner, manutenção técnica e gestão.

Considerado de alta complexidade de implantação e gestão devido à quantidade de unidades e usuários, com pulverização geográfica em todo o Brasil, o projeto busca aumentar a qualidade dos serviços prestados, diminuindo a complexidade de gestão da área de TI. 

"Administrar ativos não é uma tarefa simples. Mais do que locar e vender equipamentos de infraestrutura de TI, nossa terceirização agrega serviços de administração de ambiente, suporte técnico e gestão de inventário", afirma Viviane Ricci, vice-presidente de vendas governo da Sonda.

O escopo do projeto envolveu a troca do parque tecnológico por equipamentos de impressão multifuncional em todas as unidades do cliente; fornecimento de insumos originais, consumíveis e peças; assistência técnica com mão de obra especializada; help desk e sistema para registro e gestão de incidentes; administração de insumos com monitoramento ativo e logística de reposição em todo território nacional; bilhetagem centralizada e treinamento dos usuários-chaves.

A Sonda voltou a crescer no ano passado, alcançando um faturamento de US$ 1,36 bilhão, uma alta de 12% frente aos resultados de 2016.

O resultado colocou a empresa de volta nos trilhos, depois de um 2016 ruim, no qual a companhia teve uma queda de 8,4%, criada pela recessão econômica no Brasil e a valorização do peso chileno frente às outras moedas da região.