Dino Draghi, diretor de transformação de TI da Sonda. Foto: Divulgação.

A Sonda, companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, estruturou uma área de serviços de transformação tecnológica para apoiar as empresas tanto na adoção dos processos de transformação, como nos recursos para sustentação das rotinas de TI. 

O novo setor será liderado por Dino Draghi, que atuou na IBM pelos últimos dois anos.

A oferta nasce da carteira de contratos já vigentes de empresas atendidas pela Sonda e que estão no momento da busca de oportunidades de transformação.

O plano é validar o caminho traçado a partir de uma visão agnóstica, além de ser um provedor que suporte as operações de rotina para sustentar a transformação.

"Vamos atuar na consultoria da jornada da inovação por meio de informações aprofundadas do setor, que trazem inteligência ao negócio do cliente, acelerando assim a curva de maturidade tecnológica, além de oferecermos nosso portfólio de soluções, o maior da América Latina e que inclui serviços, aplicativos e plataformas", comenta Draghi.

A proposta da Sonda é promover uma consultoria que inclua as ofertas ligadas ao projeto de transformação. Assim, além das tecnologias inovadoras, a integradora também inclui os recursos de TI operacionais, como data center, help desk, aplicações e infraestrutura. 

"Não adianta promover uma grande transformação no negócio da empresa se a base não sustentar essa mudança. Esse é um dos fatores de projetos naufragados. Mais do que encantar o cliente com a inovação, temos que fazer com que o legado acompanhe o ritmo e a transformação siga um compasso que seja o ideal para tornar-se assertiva", finaliza o executivo.

Fundada no Chile em 1974, a Sonda atua no Brasil desde 1989. Com cinco mil colaboradores e mais de 1,2 mil clientes ativos distribuídos por 26 escritórios locais, a organização opera através de quatro divisões de negócios: serviços de TI, SAP, plataformas e aplicativos.

A Sonda fechou 2016 com uma receita consolidada de US$ 1,21 bilhão, uma queda de 8,4% frente aos resultados do ano anterior e um EBITDA de US$ 145 milhões, 23,4% abaixo na mesma comparação.