Estamos entre os 13 piores. Foto: flickr.com/photos/catambu/

A Icann em parceria com a Boston Consulting Group avaliou 65 países do mundo buscando encontrar as principais barreiras que impedem pessoas e empresas desfrutarem a economia da internet.

No ranking geral, o país ocupa a 51ª posição, já que é responsável por 2,2% do PIB referente a economia na web.

A avaliação utilizou como critério 55 fatores em 4 categorias. Infraestrutura, com metade do peso, se refere ao acesso, custo e velocidade das conexões. Obstáculos internos das indústrias, dificuldades no acesso a informação e o compromisso dos governos com a liberdade de conteúdos são alguns dos outros critérios.

A falta de mão-de-obra especializada, sistemas de pagamento ruins, proteção aos dados dos usuários e a quantidade de material disponível na língua do país são fatores que colocaram o país entre os últimos colocados do penúltimo grupo em todas as categorias, ficando atrás de países como Argentina, África do Sul e México e uma posição acima da China.

Na categoria que envolve obstáculos de informação, o resultado é ainda mais negativo: estamos entre os 13 piores. No ranking geral, os países Suécia, Finlândia, Dinamarca e Suíça ocupam a primeira posição. Em último, Egito, Paquistão e Nigéria.

De forma geral, a participação da economia de internet no PIB (Produto Interno Bruto) dos países com menos e-fricção - nome criado para denominar os índices - é o dobro daquela nos países com mais obstáculos.