Tallis Gomes. Foto: divulgação.

A Easy Taxi, empresa do segmento de apps móveis para solicitação de táxis, anunciou o lançamento do Easy Taxi Corporate, plataforma destinada a clientes empresariais.

A novidade é resultado de um investimento de US$ 2 milhões da companhia, e o objetivo com a aplicação é gerar para as empresas uma economia de até 40% nas despesas com táxi.

O Easy Taxi Corporate permite que os usuários do app solicitem táxis através de uma conta corporativa. Criada para facilitar a comunicação entre empresas e taxistas, a nova plataforma possui uma estrutura de backend dedicada, que permite o controle e monitoramento de gastos.

A ferramenta permitirá que o passageiro peça o táxi pelo celular e efetue o pagamento no próprio aparelho, através de boleto eletrônico. Para os taxistas, nada muda, pois a ferramente se comunica com o app convencional usado pelos motoristas.

A plataforma estará disponível no final de fevereiro, inicialmente, para a cidade de São Paulo, com planos de expansão para outras regiões onde a Easy Taxi atua.

“O Easy Taxi já é uma evolução desse modal de transporte e com o Easy Taxi Corporate pretendemos mudar também o conceito dos deslocamentos corporativos”, afirma Tallis Gomes, co-CEO da Easy Taxi.

Conforme explica o executivo, as empresas terão maior controle sobre as informações das corridas, que poderão ser transformadas em relatórios online, com análises por departamento, centro de custo e até mesmo por colaborador, que permitirão monitorar a evolução de gastos com as corridas em diferentes níveis organizacionais.

“Nossa intenção é dar mais ferramentas para as empresas no controle de gastos, além de um serviço mais rápido, eficiente e que evita fraudes”, aponta Gomes.

Lançada em abril de 2012, a Easy Taxi foi dos primeiras startups no segmento de apps de táxis. Atualmente, a empresa acumula 5 milhões de downloads, com atuação em 24 países, 92 cidades, sendo 37 delas no Brasil.

A empresa já acumula investimentos de mais de R$ 55 milhões, feitos pelo grupo alemão Rocket Internet, pelo Fundo Latin America Internet Holding (LIH) e pela holding iMena.