Sede da Linx.

A Linx fechou o ano passado com uma receita operacional bruta de R$ 656,1 milhões, um aumento de 15,5% em relação a 2016.

Já o EBITDA ajustado no ano foi de R$ 143,5 milhões, o que correspondeu a uma alta de 13,4% sobre 2016.

O resultado é um aumento de ritmo frente ao ano de 2016, quando a Linx cresceu 12%, ainda que fique longe de indicadores como os de 2015 (22%).

“Percebemos um ambiente de negócios mais positivo nas diferentes verticais do varejo que atuamos, contribuindo para manter o crescimento da companhia, apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período”, destaca Pedro Moreira, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Linx.

Em nota, a Linx disse que food service, farmácias e postos de combustíveis, mercados nos quais a empresa entrou por meio de aquisições nos últimos anos, seguem em “expansão”.

Já o tradicional segmento de moda e o de concessionárias vêm apresentando um crescimento “mais conservador”.

A empresa também destacou a operação de Inteligência do Varejo, que está em fase piloto em “duas relevantes indústrias multinacionais de bens de consumo” e a solução de OMS (Order Management System), que já está em operação em “dois importantes varejistas nacionais”.