Kleber Linhares. Foto: divulgação.

A Azul Linhas Aéreas contratou a solução de CT-e da Synchro para gerenciar seus cerca de 50 mil Conhecimentos de Transporte emitidos mensalmente e integrá-los a seus sistemas fiscais.

Segundo Kleber Linhares, diretor de TI da Azul, a implementação foi realizada em dois meses e e melhorou não apenas a conformidade da companhia à legislação federal, que exite o CT-e desde dezembro de 2012, mas também procedimentos internos.

“Além de exigências específicas para o setor aéreo, nós temos também algumas particularidades do nosso negócio, como a necessidade de disponibilizar as informações fiscais para nossos representantes. Tudo isso exigiu mudanças em processos e na própria solução”, afirma Linhares.

Ele explica que como antes não havia validação eletrônica pela Sefaz, só era preciso imprimir o Conhecimento de Transporte para a carga ser liberada. Porém qualquer erro na nota poderia paralizar uma carga e deixar a Azul sujeita a multas.

“Hoje conseguimos validar e garantir que não haja nenhuma inconsistência nos dados que estão sendo disponibilizados”, explica o executivo.

O CT-e é mais uma das investidas da Azul na TI como base para fortalecer seus negócios.

No começo deste ano, que Linhares destacou como “o ano do cliente”, a empresa já havia anunciado um projeto de terceirização de infraestrutura com o UOLDiveo.

“Nosso negócio é vender passagem, atender bem ao cliente. Este é nosso core business”, afirmou Linhares ao Baguete, na época. “Antes mesmo de iniciar as operações com voos domésticos no país, já procurávamos um fornecedor para realizar o outsourcing completo do ambiente de TI”, completou.

O trabalho com o UOLDiveo incluiu sistemas de base, como ERP e banco de dados Oracle, além de boa parte do datacenter, mantendo gestão compartilhada da infraestrutura.

Para “o ano do cliente”, outros projetos estão na mira da empresa, que é a terceira maior aérea do Brasil, com 116 aeronaves, 860 voos diários, 100 destinos atendidos no país e cerca de nove mil colaboradores, tendo 15% de participação de mercado.

No foco entram soluções de autoatendimento, mobilidade, aplicações móveis e outras.