Azure com problemas. Foto: Adriano Castelli/Shutterstock.com

Na segunda-feira, 18, os servidores do Windows Azure, serviço de nuvem da Microsoft, ficaram fora do ar em todo o mundo, por aproximadamente cinco horas.

Segundo informado pela emrpesa norte-americana, a plataforma teve problemas em sua estrutura, com um rompimento que afetou cerca de seis componentes em diversos de seus data centers ao redor do planeta. No Brasil também foram detectados problemas, segundo aponta o TI Inside.

A falha não foi a primeira no ambiente cloud da Microsoft, que teve interrupções globais reportadas desde fevereiro deste ano. Os problemas representam um baque preocupante para a Microsoft, já que o Azure é um dos pilares na nova estratégia da empresa.

Segundo o CEO da companhia, Satya Nadella, a empresa de Redmond passa por reformulações em seus negócios, saindo do modelo exclusivo de fabricante de software para uma provedora de serviços. Neste cenário, o Azure é peça imporante.

No mercado de nuvem, a briga é de gigantes. Google e Amazon Web Services também disputam com o Azure a preferência das empresas para a hospedagem de dados e aplicações.

Entretanto, ninguém está livre de dificuldades técnicas. No final do ano passado, os sistemas da Amazon também apresentaram um série de problemas de acesso e indisponibilidade, atingindo áreas como em tráfego de usuários e banco de dados.

Com o Azure e sua divisão de nuvem, a Microsoft tem uma receita anual de US$ 4,4 bilhões. Para impulsionar ainda mais essa divisão, a empresa anunciou parcerias para levar o produto para mais clientes corporativos.

Em 2013, a empresa firmou acordo com a Oracle para tornar seus produtos compatíveis para ambientes na nuvem. Outra empresa que também assinou contrato para levar suas aplicações à nuvem do Azure foi a Salesforce, especializada em CRM.