Gilles de Paula, CEO da Treasy. Foto: Divulgação.

A Treasy, startup joinvilense que oferece uma solução online para planejamento e controladoria focada em pequenas e médias empresas, quer passar dos atuais 50 clientes para 150 até o final de 2015.

Para a companhia, cuja solução inclui funções que auxiliam na gestão orçamentária, como projeções, simulações de cenários, análises gerenciais, indicadores de desempenho, entre outros recursos, o plano é que as empresas abandonem as planilhas, que costumam causar erros como informações duplicadas.

Hoje a taxa de crescimento mensal dos clientes está em 65%. Algumas das empresas atendidas são Britania, Unimed Vale dos Sinos e Grupo Casa China.

Para 2016, a estratégia é triplicar o número novamente, chegando a 450 empresas assinantes do sistema. A meta da startup até 2020 é alcançar 20 mil clientes.

De acordo com Gilles de Paula, CEO da Treasy, o mercado possui soluções dessa área para as grandes empresas, fornecidas por players como Oracle, IBM e SAP, assim como microempresas, atendidas por soluções como Conta Azul e Zero Paper. 

"É para cobrir mais um espaço de mercado que o Treasy foca em PMEs", o CEO da Treasy.

Para assinar o sistema, há planos mensais de R$ 206 (básico), R$ 378 (intermediário) e R$ 562 (avançado). Com a escolha da assinatura anual, há desconto de 15% ao mês para todos os planos.

A principal diferença entre os planos é o número de usuários que pode ser cadastrado no sistema, que varia entre 3, 5 E 10. 

"Hoje 40% dos assinantes estão cadastrados no plano anual. Além disso, a cada mês cresce a proporção de clientes nos planos intermediário e avançado", relata de Paula.

Em 2015, a Treasy foi selecionada pela Wow para receber um investimento de R$ 150 mil. A startup utilizou o recurso para contratação da equipe, focada em marketing e vendas, que hoje conta com 8 pessoas. 

A startup conta com três sócios: Gilles B. de Paula, Cassiano Mangold (CTO) e Daniel Fernandes (vice-presidente de Vendas).

De Paula já atuou como analista de Negócios e Mercado da SoftExpert. Antes, atuou por mais de 10 anos na Gesplan, passando por funções como analista de sistemas e líder de projetos.

Mangold já passou por empresas como Datasul e Neomind, onde foi arquiteto de software. Já Fernandes estava na Totvs, em que era analista de sistemas.