O novo momento da marca no país inclui a venda de smartphones como o Mi 9 (com valor de R$ 4 mil). Foto: Divulgação.

A Xiaomi, fabricante chinesa de smartphones e outros eletrônicos, vai voltar a atuar no Brasil com a abertura de uma loja física em São Paulo, operação de e-commerce e acordo com varejistas.

A inauguração do espaço físico está prevista para ocorrer no dia 1º de junho, no Shopping Ibirapuera. 

O novo momento da marca no país inclui, além de smartphones, a comercialização de produtos como patinetes elétricos, fones de ouvido, mochilas, malas de viagem, câmera 4k e de segurança, power banks e outros.

Em evento de lançamento da loja, o Grupo DL foi anunciado como distribuidor oficial da Xiaomi no Brasil. A empresa será responsável pela execução do processo de pós-venda dos produtos por meio de suporte técnico especializado.

Luciano Neto, diretor de produtos do Grupo DL e head do projeto Xiaomi no Brasil, relata que agora os consumidores brasileiros terão acesso a smartphones como o Mi 9 (com valor de R$ 4 mil) e Redmi Note 7, com câmeras inteligentes, processadores de alta performance e traseira em painel gradiente.

Entre as parceiras do Grupo DL no varejo estão as redes da Máquina de Vendas, que inclui a Ricardo Eletro. No primeiro trimestre, as lojas iniciaram a comercialização dos smartphones Pocophone F1 e Redmi Note 6 Pro. A rede de lojas Pernambucanas também está entre as parcerias.

Na primeira tentativa de atuação local, a Xiaomi estreou com barulho no mercado brasileiro em 2015. Na época, a Xiaomi apostou apenas na venda do Redmi 2, modelo de entrada com valor de R$ 500. Além disso, a estratégia era focada exclusivamente no comércio online.

Apesar da chegada chamativa, a companhia diminuiu sua presença no país no ano seguinte, até não lançar mais aparelhos no Brasil.