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MOBILIDADE

Aché migra para Apple com Navita

Maurício Renner
// sexta, 22/07/2016 16:44

O Aché Laboratórios, uma das maiores empresas do setor farmacêutico brasileiro, trocou sua plataforma de mobilidade do Android para o iOS com apoio da Navita, especialista em mobilidade corporativa.

O Aché Laboratórios trocou sua plataforma de mobilidade do Android para o iOS. Foto: Divulgação.

A iniciativa envolveu a troca de 2,5 mil tablets e 2,5 mil smartphones da força de vendas da companhia, migrados de diferentes fabricantes para uma base 100% da Apple.

Os equipamentos (iPads 2 e celulares iPhone 5C, 5C e 6) são da Navita e são usados como serviço pelo Aché, em um contrato de 36 meses.

A Navita oferece ainda o gerenciamento de dispositivos móveis (MDM, na sigla em inglês) usando o software Knox, da Samsung, e assistência técnica para os aparelhos.

“Com essa migração, ganhamos segurança e desempenho das aplicações. Tendo em vista o custo total de propriedade, a migração se paga”, resume Eduardo Kondo, gerente de Tecnologia da Informação do Aché.

De acordo com Konto, o ecossistema anterior tinha três versões diferentes dos sistemas operacionais Android, o que agregava complexidade na gestão dos equipamentos, feita internamente, e determinava um “mínimo denominador” dos aplicativos usados pelo sistema mais antigo.

Os equipamentos tem acesso ao Close Up, um sistema de gestão de relacionamento com os clientes (CRM, na sigla em inglês) especializado na indústria farmacéutica, assim como ao TabMídia, onde estão apresentados os produtos da companhia.

De acordo com Kondo, a maioria parte dos aplicativos especializados disponíveis para a indústria farmacêutica saem primeiro em iOS. O segmento é conhecido por investir bastante na força de vendas.

O Aché não tem sentido os efeitos da crise. A empresa projeta investir R$ 80 milhões em 2016 na ampliação das suas operações, com fábricas em Guarulhos, Santo Amaro,  Anápolis e uma operação recentemente adquirida em Londrina.

Entre janeiro e setembro do ano passado, a companhia tinha totalizando vendas de R$ 3,18 bilhões, uma alta de 22% frente aos resultados do ano anterior, totalizando cerca de 5,6% do mercado nacional, segundo um estudo da Exame.

É uma performance acima da média. No mesmo período, o setor farmacêutico cresceu 15,01%. Os dados são de um levantamento da consultoria IMS Health, feito a pedido da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos).

Maurício Renner