Dominic de Souza, Adenilson Francisco e Roberto Trinconi. Fotos: Divulgação.

A Sonda, companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, ampliou seu time comercial com a contratação de três diretores.

Adenilson Francisco assume a diretoria de vendas para comunicações e serviços. 

Roberto Trinconi conduzirá a diretoria para a vertical de manufatura, cujos setores abrangem o mercado de químico, cosmético, farmacêutico, alimentos e bebidas, metalurgia, aéreo, automotivo e equipamentos. 

Já Dominic de Souza estará à frente da diretoria multisetor, posição inédita que trabalhará em parceria com as demais frentes.

Francisco foi diretor executivo e comercial da CSU CardSystem por um ano. Entre 2009 e 2016, atuou na Gemelo, onde foi diretor vice-presidente.

Trinconi fez parte da equipe da Unisys por quatro ano. Lá, foi vice-presidente senior de vendas na América Latina. Ele também passou pelas empresas Logica South America (adquirida pela CGI) e UGS Latin America (comprada pela Siemens PLM).

Enquanto isso, Souza chega à Sonda após um período de três anos na SAP, onde foi executivo de vendas senior. O profissional ainda tem passagem por empresas como Informatica, ServiceNow, IBM e Compuware.

Na Sonda, o time se reportará a Helcio Beninatto, VP Comercial que lidera a área de vendas para o setor privado desde julho do ano passado. 

“O mercado já entendeu que as empresas líderes serão aquelas que investirem em tecnologia, mas esse caminho se inicia com equipes comerciais experientes, de parceiros que conhecem os negócios e que possam oferecer as soluções mais adequadas à necessidade daquela empresa. Isso explica o nosso movimento de contratações de perfil mais consultivo”, explica Beninatto.

No Brasil, a Sonda mantém escritórios próprios nos 26 estados brasileiros, com mais de 8 mil colaboradores e 700 clientes. A empresa conta com seis Centros de Serviços, dois Centros de Inovação e três data centers. 

A Sonda voltou a crescer em 2017, alcançando um faturamento de US$ 1,36 bilhão, uma alta de 12% frente aos resultados de 2016. Mais ou menos um terço é oriundo do Brasil.

O resultado coloca a empresa de volta nos trilhos, depois de um 2016 ruim, no qual a companhia teve uma queda de 8,4%, criada pela recessão econômica no Brasil e a valorização do peso chileno frente às outras moedas da região.