A IBM vai usar a CloudMatrix como uma porta de entrada para os provedores de nuvem. Foto: flickr/tevirselrahc.

A IBM está deslocando sua atuação tradicional de integradora de sistemas para focar na chamada integração de serviços, enquanto busca se tornar uma cloud broker com o SoftLayer e com a revenda dos serviços Amazon Web Services e Microsoft Azure.

O plano da empresa é usar uma oferta de TI como serviço chamada CloudMatrix como uma porta de entrada para os provedores de nuvem públicas e para a infraestrutura interna. 

Para o ZDNet, superficialmente o CloudMatrix é uma nova versão do serviço que a Gravitant, adquirida pela IBM em novembro, fornecia. De maneira mais aprofundada, o sistema é integrado às diversas ferramentas da IBM e tem escalabilidade para fornecer melhores práticas para otimização de nuvem.

Por mais que o CloudMatrix seja um corretor de nuvem, o ZDNet considera o termo um equivocado. 

O sistema tem preço fixo mensal com uma assinatura baseada no número de máquinas virtuais usados. A IBM trabalha para ser um console de gerenciamento que apresenta dados de várias fontes em uma exibição unificada para infra de TI com um motor financeiro para avaliar os custos em tempo real.

CloudMatrix suporta AWS, Azure e SoftLayer no lado da nuvem e VMware vCloud Director e vRealize. OpenStack e Google Cloud serão adicionados nos próximos meses.

O ZDNet considera que o que chama a atenção na CloudMatrix é a capacidade de estimar os custos de um aplicativo antes de construi-lo. O sistema também conta com questionários para descobrir se o aplicativo seria adequado para nuvem.

A CloudMatrix está focada em três áreas: construção de tarefas como migração, construção e modernização de apps; TI como um serviço, com opções de análise financeira e de fornecimento de nuvem; e otimização e evolução, que descreve o uso de nuvem, otimização e recomendações para implantação.