Marcos Malagola.

A Senior fez uma mudança no comando da Mega colocando à frente da unidade Marcos Malagola, um executivo de carreira da Mega.

Malagola tem 21 anos de Mega e fazia parte da trinca de diretores da empresa quando da aquisição da empresa de software de gestão pela Senior, em dezembro de 2018.

No período desde a aquisição, a Mega foi comandada pelo diretor de novos negócios da Senior, Alencar Berwanger.

Desde a aquisição, a Mega evoluiu seu faturamento de R$ 55 milhões para R$ 75 milhões em 2020 (os últimos anos foram de altos e baixos para a Mega, que já havia faturado R$ 75 milhões em 2015).

Berwanger passa a se dedicar exclusivamente aos movimentos de expansão da empresa em 2021. 

“Malagola assume a responsabilidade de continuar tracionando resultados positivos e exponenciais dentro da unidade Mega”, destaca Berwanger.

Malagola assumiu a diretoria de desenvolvimento, produtos e tecnologia da Mega em 2016, quando os três fundadores da empresa deixaram as operações diárias e passaram a integrar um conselho (eles são hoje acionistas da Senior).

Um dos outros dois diretores, José Carlos Augusto da Silva Junior, segue na operação como diretor de serviços e suporte. O outro, Giovanni Sugamosto, responsável pelo comercial, deixou a empresa como parte da última movimentação da Senior.

Sugamosto foi substituído por Marcos Salmazi, outro profissional com 10 anos de Mega. Também foi promovido Pedro Oliveira, um profissional com 32 anos de Mega, que assume agora a liderança do time de produtos.

Pelo que parece, a Senior decidiu deixar a Mega aos cuidados de profissionais com grande conhecimento da companhia, uma das maiores aquisições feitas pela Senior.

Na época da compra, a Senior não abriu valores, mas a Mega era uma empresa de porte, nidades em Curitiba, Recife , Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Natal e uma forte penetração em sistemas de gestão para construção.

A empresa tinha então 500 colaboradores e mais de 2 mil clientes. Já a Senior tinha quando da compra tem 1,3 mil colaboradores, distribuídos em 20 operações próprias, com concentração no sul e sudeste.

As empresas são complementares em cobertura geográfica, mas também em oferta, uma vez que a Senior tem além de sistemas de gestão, soluções de acesso e folha de pagamento, além de um portfólio de soluções de startups investidas.

Sediada em Blumenau, a Senior fechou 2019 com uma receita de R$ 431 milhões, uma alta de 29% frente aos resultados de 2018. Para 2020, a meta é R$ 488 milhões, uma alta de 17%, e R$ 1 bilhão até 2023.