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MERCADO

Neteye busca internacionalização

Maurício Renner
// quinta, 24/01/2013 10:50

A Neteye, empresa de especializada em gestão de ativos de TI de São Leopoldo, está apostando nas empresas usuárias de sistemas de CAD para promover a internacionalização dos seus negócios.

Fábio Santini e Nilo Guimarães. Foto: Baguete.


Fábio Santini, CEO da empresa, e Nilo Guimarães, chefe de desenvolvimento de negócios da companhia, participaram do Solidworks World 2013 em Orlando como uma maneira de captar novas revendas.

No último ano, a empresa quase triplicou seu número de canais, passando de 12 para 30. O faturamento cresceu 50% e a base instalada alcançou 40 mil licenças.

Destes novos canais, cinco ficam no exterior, incluindo um na Venezuela, Argentina, México e dois em Portugal.

Todos os canais no exterior são também canais da Solidworks e fazem parte da rede de relacionamentos de Guimarães, que atua há anos no mercado de CAD por meio da revenda Max3D.

“Empresas de engenharia são um excelente clientes potencial para o Neteye”, explica Guimarães, explicando que com a solução é possível controlar a produtividade dos funcionários, a configuração das máquinas e o status das licenças dos softwares instalados.

Com os softwares de CAD custando na faixa dos US$ 8 mil, instaladas em poderosas workstations comandadas por projetistas com altos salários, é fácil ver as possibilidades de ganho proporcionadas por uma gestão de TI atenta.

No material distribuído na Solidworks World, a Neteye faz a conta: uma hora de navegação não relacionada a trabalho na Internet por dia (uma estimativa modesta), vezes cinco dias por semana, vezes 12 meses, vezes 100 empregados ganhando US$ 10 por hora é igual a US$ 240 mil.

Além da aproximação com as revendas da Solidworks, a estratégia da Neteye inclui também a contratação da consultoria Outsourcing Brasil, comandada por Robert Janssen, um executivo com bom relacionamento no Vale do Silício e conhecimento do mercado brasileiro.

Santini fica nos Estados Unidos após o final da Solidworks World nesta quarta-feira, 23, e tem na agenda reuniões com um VP da SalesForce e outras empresas no Vale do Silício com modelo de negócio baseado em software como serviço.

“O SaaS e cloud computing é cada vez mais como o consumidor americano quer comprar TI”, explica Janssen, destacando que parte da estratégia de colocação no mercado dos Estados Unidos passa também por vender o Neteye como uma ferramenta de incremento de produtividade e não de segurança, um approach mais promissor em um mercado ainda em recuperação após a crise.

Hoje a empresa já está num estágio intermediário com 62% da base de licenças instaladas sendo paga por aluguel mensal. Uma implementação típica de 200 licenças é feita remotamente em poucas horas.

Parte da preparação para o mercado internacional passa também pela contratação das empresas gaúchas Hypervisual e Zero Defect, para melhorar a interface e a estabilidade do produto.

Maurício Renner cobre a Solidworks World em Orlando à convite da Solidworks.

Maurício Renner
COMENTÁRIOS ANTERIORES
Luis Pouey Jr

postado em: 24/01/2013 - 20:03

Parabéns Fábio e equipe!!!
Desejo + Sucesso em 2013.

Grande abraço