Valente diz que não tirará vantagem da situação das concorrentes. Foto: flickr.com/photos/campuspartybrasil

Única empresa poupada  pela Anatel das suspensões de vendas de novas linhas de celulares que afetam todos os estados brasileiros, a Vivo, empresa de telefonia móvel do grupo Telefônica Brasil, disse que não tirará vantagem sobre a concorrência.

“A nossa estratégia é a que sempre adotamos, de prestar serviço com qualidade... não vamos mudar nem tomar nenhuma ação oportunista”, disse Antonio Carlos Valente, presidente do grupo.

Desde essa segunda-feira, 23, entrou em vigor decisão da Anatel de suspender, as vendas de novas linhas móveis da TIM , Oi e Claro, relembra a agência Reuters.

Valente salientou, entretanto, a importância de uma parceria entre as empresas do setor e o poder público para que seja possível a expansão da rede de telefonia móvel no Brasil.

“É muito difícil fazer uma expansão de rede em função das dificuldades que existem para o licenciamento de novos sites”, disse Valente, se referindo às novas antenas de telefonia móvel.

Hoje, a Vivo é a líder da telefonia móvel no Brasil, com 29,56% de mercado.

Na segunda posição está a TIM, com 26,89% de participação, a e proibição de vender em 18 estados e o Distrito Federal até que cumpra a determinação da Anatel, de apresentar um plano de investimentos no país.

Em meio à interdição, a TIM tentou, sem sucesso, obter a liberação na Justiça e nomeou o interino como presidente no lugar de Luca Luciani, deposto em maio.

Na terceira posição está a Claro, com 24,58% de mercado. A Oi, na quarta posição, tem 18,65%.