Pablo Lage, diretor de Vendas e Canais da ASG para a América Latina. Foto: Divulgação.

A ASG, multinacional americana de software corporativo, está passando por uma reformulação dos seus negócios no Brasil, no qual a constituição de um programa forte de canais tem um papel central.

Os sete parceiros atuam nas três áreas de foco da companhia: gerenciamento de conteúdo, performance e aplicações, inteligência de dados e sistemas em mainframe.

Desde 2015, a empresa agregou por aqui parceiros como a PPN Tecnologia, Tyes Solutions, Formato, Nethus, QualityWare, DTS, Microware.

As empresas cobrem principalmente Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal e Brasília, mas duas delas tem também filiais no Nordeste e no Rio Grande do Sul.

Hoje, os canais respondem por algo em torno de 20% da receita, mas a meta é que esse número chegue a 35% até o final do ano que vem, aponta Pablo Lage, diretor de Vendas e Canais da ASG para a América Latina.

“Nossa venda direta está mais concentrada em São Paulo e na linha voltada para sistemas legados”, explica Lage, destacando que a ASG tem um time de 20 pessoas no país e atende grandes organizações nas áreas financeira, governamental e telecomunicações.

O investimento na constitução do programa de canais da ASG, presente por aqui desde o começo dos anos 2000, foi consequência de uma reestruturação maior na companhia, assumida por fundos de investimento em maio de 2015.

Fundos como o KKR e Blackstone assumiram a empresa, em meio a uma reestruturação da dívida da companhia, que já chegava a mais de US$ 600 milhões, o dobro da receita anual.

Com a movimentação, o CEO e fundador da empresa, Arthur Allen, sendo substituído por Charles Sansbury, ex-CFO de empresas como The Attachmate Group e Vignette, atuantes em mercados de software corporativo e de gerenciamento de conteúdo, como a ASG.