Hackathon busca projetos inovadores para democratizar o acesso ao sistema judiciário. Foto: Divulgação.

Entre os dias 22 e 24 de fevereiro será realizada mais uma edição da Global Legal Hackathon, maratona de programação voltada para o segmento da Justiça. 

A proposta da iniciativa é encontrar projetos inovadores para democratizar o acesso ao sistema judiciário, aproximando os cidadãos dos seus direitos de forma mais ágil e rápida. 

O evento é global e ocorre simultaneamente em 22 países, em mais de 40 cidades, com a atuação de 5 mil pessoas de todo mundo. 

No Brasil, as cidades que receberão o evento são Balneário Camboriú, Belo Horizonte, Curitiba, Jaraguá do Sul, Manaus, Recife, Porto Alegre e Florianópolis. As cidades são responsáveis por organizar suas competições através de organizações públicas e privadas que sediam a maratona.

Durante o hackathon, mentores e especialistas de diversas áreas auxiliam os participantes que trabalham em equipe para mapear os desafios da Justiça e pensar em soluções para o setor. Nos três dias de maratona, eles terão mais de 50 horas para se dedicar às ideias. 

Cada equipe submete sua proposta a uma banca julgadora. Os vencedores vão receber uma premiação em dinheiro e ter a oportunidade de participar da etapa mundial do evento. 

As semifinais estão previstas para ocorrer em 15 de março. Quatorze times finalistas serão anunciados dez dias depois, em 25 de março. Os grandes vencedores serão revelados na premiação global, no dia 4 de maio, em Nova Iorque. 

“Estamos muito orgulhosos de poder organizar novamente o Global Legal Hackathon com nossos parceiros. É um evento que tem tudo a ver com o espírito inovador e criativo de Florianópolis”, afirma Marcos Florão, diretor de inovação da Softplan, responsável pelo evento em Florianópolis.

No Rio Grande do Sul, a Fundação Escola de Ensino Superior do Ministério Público do RS (FMP) será sede da edição do Global Legal Hackathon em Porto Alegre.