Vander Guerrero, CEO da Zenvia. Foto: Baguete

A Marisol, fabricante de roupas com sede em Jaraguá do Sul-SC e unidades no Rio Grande do Sul, Ceará e na Itália, contratou um sistema de envio de SMS da gaúcha Zenvia para reforçar o endomarketing de sua unidade nordestina.

A solução já permite reduzir em até 50% os gastos com a comunicação, segundo Iara Leorne, Analista de Recursos Humanos da Marisol.

Isto porque a SMS eliminou a necessidade de comunicações mais onerosas e demoradas, como ligações e e-mails, para uma série de ações, como circulação de informações entre setores, mensagens motivacionais, felicitações, pesquisas internas, comunicados, entre outros.

“O SMS é um aliado em ações do departamento de RH e Marketing”, esclarece Michele Luz, gerente de Negócios da Zenvia. “Podemos empregá-lo desde a liberação de um produto, conclusão de venda, indicar uma meta até o envio de lembretes”, completa.

Na Marisol, as mensagens de texto facilitaram e melhoraram a comunicação, garante Iara.

“Possuir uma comunicação diferenciada e personalizada é a grande dificuldade de muitas indústrias. O SMS deu agilidade à informação, criamos um elo que antes não tínhamos”, afirma ela.

A fabricante catarinense da área têxtil que também vende para Europa e Oriente Médio fechou 2011 (último exercício divulgado) com receita líquida de R$ 431,4 milhões, crescimento de 6,1% sobre 2010.

O cliente incrementa a já bem recheada carteira da Zenvia, que tem sedes em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, atendendo a mais de três mil clientes corporativos.

A companhia, que nasceu em julho de 2012 a partir da fusão das gaúchas Comunika e Human Mobile, especializadas em soluções corporativas para envio de SMS, comprou em dezembro do mesmo ano a operação Brasil da Pure Bros, do mesmo ramo com escritórios em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.

O valor pago pela operação brasileira da Pure Bros não foi divulgado, mas a Zenvia afirmou ser a aquisição “maior do segmento no país” e que, somados, os resultados das duas empresas em 2012 chegaram a um faturamento de R$ 100 milhões.

A meta é triplicar o valor em três anos, conforme divulgou à épocaVander Guerrero, CEO da compradora.