Dan Novais. Foto: divulgação.

A Softline, distribuidora russa de soluções de TI, foi nomeada como Certified IT Partner da Huawei Enterprise no Brasil, passando a contar com o portfólio da divisão corporativa da multinacional chinesa no país.

Segundo destacado por ambas as empresas em nota, o objetivo é oferecer uma ampla gama de soluções e serviços para a construção de infraestruturas eficiente de TI para empresas.

O portfólio adicionado pela Softline envolve soluções da Huawei com foco em gestão de eficiência energética, suporte para ambientes virtualizados, gerenciamento de ambientes, instalações de servidores de alto desempenho e componentes para datacenter e redes.

"Com esta nomeação, a Softline irá estabelecer uma diretriz estratégica e estável para as vendas no mercado brasileiro, a fim de atender às demandas", destacou a Huawei no comunicado.

Para Dan Novais, que recentemente foi anunciado como presidente da Softline no Brasil, a parceria com a Softline mostra a rápida valorização que a empresa adquiriu no mercado brasileiro, no qual está presente há pouco mais de um ano.

A empresa tem um histórico significativo no mercado internacional, e está investindo para refletir este posicionamento no país. Além da Huawei, recententemente a empresa firmou parcerias com marcas como Oracle e grandes distribuidoras locais para solidificar sua presença.

“A Huawei Enterprise aposta no modelo de parcerias para atender o mercado de TIC no Brasil e no mundo. Ter a Softline trabalhando conosco no Brasil traz confiança de que iremos atender bem as necessidades do mercado com soluções completas de hardware e software”, completa Rômulo Horta, diretor de marketing da Huawei Enterprise Brasil.

No mercado desde 1993, a Softline está presente em 27 países e faturou US$ 908 milhões em 2014, com uma taxa de crescimento anual composto (CAGR) do volume de negócios na ordem de 37,2%.

Já a Huawei Enterprise, especializada em soluções de TI e telecom para clientes corporativos, registrou globalmente em 2014 uma receita de US$ 3 bilhões, cerca de 6,5% do faturamento total da multinacional asiática no ano, que foi de US$ 46 bilhões.