Técnico: "Nossas estatísticas estão péssimas rapazes!". Foto: NBA.com

O novo site de estatísticas da NBA roda em cima da plataforma de computação em memória Hana da SAP.

No NBA Stats, os fanáticos pelo basquete podem conferir um banco de dados incluindo informações desde a fundação da mesma, em 1946, antes só disponíveis para os gestores dos times.

É possível fazer análises comparativas entre jogadores, as melhores combinações e criar gráficos de  jogadas ofensivas e defensivas, com exibições dos arremessos, "hot spots" e muito mais.

“Esse serviço revolucionário leva o big data até a NBA, permitindo que torcedores, emissoras de TV e a imprensa em geral realizem ilimitadas análises estatísticas de times e jogadores do passado ou do presente”,  comenta Adam Silver, comissário adjunto da NBA.

Os americanos são tradicionalmente apaixonados por tudo que tenha que ver com estatísticas sobre esportes, sendo que estas já acabaram por interferir nos resultados em campo.

Uma revolução foi introduzida no beisebol americano por Bill James, um zelador de uma fábrica de conservas que, analisando anos de dados do esporte, contestou estratégias estabelecidas sobre como jogar e como contratar que acabaram por redefinir as estratégias de contratação.

A história foi popularizada pelo filme Moneyball, estrelado por Brad Pitt.

Mesmo fora dos Estados Unidos a análise de dados tem ganho espaço no meio esportivo.

Em agosto do ano passado, o Manchester City abriu as estatísticas da base de dados dos seus jogadores da temporada passada na sua página oficial.

A ideia do clube inglês é que os dados – passes certos, distância dos chutes a gol, bolas roubadas – seja analisado por estatísticos, consultores de gestão, economistas e outros profissionais que possam descobrir padrões e revelações úteis para o clube.