A Inflexion Private Equity – empresa de investimentos com sede na Inglaterra – está chegando ao Brasil com a contratação de Emanuele Farini para a operação local.

Emanuele – formada em administração com mestrado na mesma área – trabalhou na Accenture de 1997 a 2002, e nos últimos anos tem atuado em negócios próprios, com consultoria.

Com escritório em São Paulo, Emanuele estará à frente de uma operação considerada promissora pela Inflexion.

“Com expertise local teremos um entendimento melhor desses mercados emergentes e ofereceremos um apoio melhor à investimentos no futuro”, diz Simon Turner, sócio na Inflexion.

O escritório no Brasil faz parte da investida da companhia em mercados emergentes, o que inclui operações na China e na Índia.

Inicialmente, o foco dessas ações será a oferta de soluções de gerenciamento de custo por outsourcing, off-shoring e fabricação local. Além disso, entra nas obrigações dos novos times compreender as regras locais para a existência de empresas e a regulação para importações.

A Inflexion possui empresas de 70 países no portfólio, entre elas as inglesas FDM Group e Tekton, ambas da área de TI, adquiridas nos últimos cinco anos, com negociações de US$ 90,6 milhões.

Os investidores também atuam em áreas como varejo e saúde.

É o momento
Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (ABVCAP), a indústria de Private Equity & Venture Capital deve ter um crescimento de 20% no Brasil, em 2012, em relação ao volume de investimentos e número de empresas investidoras.

A estimativa da ABVCAP é que até junho o setor vai contabilizar de US$ 10 bilhões a US$ 15 bilhões entre recursos movimentados nos últimos 18 meses.

Apenas o BNDES dispõe de 15 fundos de private equity.