A Energisa tem 113 anos de história e está presente em 788 municípios brasileiros. Foto: Divulgação.

O Grupo Energisa contratou tecnologias da Avaya para um projeto de modernização de sua infraestrutura de telecom. A empresa adotou o Avaya IP Office e contou com a substituição de equipamentos antigos e alugados por novos e próprios na unidade da Energisa Mato Grosso. 

O projeto foi desenvolvido com a Olitel, empresa de integração de serviços de TI e telecom e parceira de negócios da Avaya.

Hoje, já são 8.430 posições contratadas em seis das dez empresas do grupo, com interligação entre as localidades e unificação da plataforma para gestão de atendimento.

A atualização inicial envolveu os equipamentos que ficavam em Cuiabá (divididos em dois sites de porte médio), quanto os do interior do estado. A empresa contratou a implantação, os serviços e a manutenção da Olitel.

“Começamos com o objetivo de trocar equipamentos alugados por próprios para reduzir Opex, mas também precisávamos de atualização tecnológica, diminuição da manutenção, facilidade na gestão e ampliação de troncos”, detalha Rosana Sant Ana Pereira, coordenadora corporativa de telecom na Energisa.

O resultado da substituição, feita em dois meses, levaram a companhia a expandir o projeto. Assim, a Energisa partiu para um parque maior, fazendo a troca dos equipamentos legados por Avaya IP Office em outras unidades: Acre, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sul-Sudeste – que compreende interior de São Paulo, Sul de Minas Gerais e Norte do Paraná.

A Olitel implantou o Avaya IP Office nas sedes e no centro de operação integrado (COI), onde ficam as equipes de manutenção que seguem para manutenção de subestações, linha e campo. Nos COIs, também foram implantados gravadores e uma linha direta (hotline) com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Em setembro de 2018, após o Grupo Energisa arrematar as Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) e a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), em leilão realizado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi feita uma negociação com a Olitel para instalar o mesmo modelo de comunicação. 

“Adquirimos os equipamentos para implantar logo após afirma Pereira.

Com os novos investimentos, o Grupo Energisa deixou de ter um PABX tradicional e um cabeamento exclusivo para telefonia. Ou seja, apesar do tronco da operadora ser analógico, a Energisa passou a usar ponto de rede para atender à parte de telefonia, diminuindo a manutenção e o número de cabos. 

A companhia também passou a contar com gravador integrado ao PABX, o que melhora a capacidade de armazenamento. Na ponta, os aparelhos foram substituídos por dispositivos que permitem configuração otimizada para os grupos que precisam retornar as ligações aos clientes (nesse caso, em vez de ter dois aparelhos, um para retorno ao cliente e outro para uso interno, os colaboradores passaram a usar um único aparelho com funções diferentes e duas linhas).

Agora, a companhia pretende avaliar a situação das outras empresas do grupo e fazer o mapeamento para identificar possíveis novas trocas no futuro.

O aumento da capacidade das salas de audioconferências também está em teste. O objetivo é saltar de uma capacidade de 100 para 500 pessoas. Além disso, o Grupo Energisa também avalia implementar URA para um dos COIs, que são ambientes de missão crítica, uma vez que falam com operador e também com as equipes de campo.

A Energisa tem 113 anos de história e está presente em 788 municípios brasileiros. A empresa conta com mais de 16 mil colaboradores e 6,5 milhões de clientes.