Simone Pittner lidera a transformação ágil da GFT. Foto: Divulgação.

A GFT, empresa de tecnologia da informação especializada em soluções para o setor financeiro, contratou Simone Pittner para liderar a transformação cultural da empresa, voltada para métodos ágeis, em curso há dois anos. 

Com passagens por Blue Agile, Adaptworks, SocialBase e Diebold e BM&FBovespa (atual B3), a profissional atuará para envolver as três unidades da GFT em torno das metodologias ágeis.

Agilista desde 2008, Simone é engenheira de telecomunicações e software e psicopedagoga. A executiva é também conselheira fiscal da Agile Alliance, membro da comissão organizadora do Agile Brazil desde 2012 e do Agile Trends desde 2013.

“Eu chego para liderar a jornada Ágil. Hoje, todo o management já trabalha com esse direcionamento e, agora, precisamos fazer com que os outros profissionais respirem o Lean Agile, reforçando-o em DNA da companhia e envolvendo áreas estratégicas como RH, contratos e o jurídico”, afirma a profissional. 

De acordo com Marco Santos, managing director da GFT Latam, a chegada da executiva representa um impulso adicional na implementação do Lean Agile. 

“Estamos acelerando o nosso processo de adoção e podemos responder cada vez mais prontamente às inovações que essas metodologias oferecem para disponibilizá-las aos nossos clientes”, complementa Santos.

Neste ano, a empresa aprofundou sua aposta em métodos ágeis na operação brasileira, ampliando a abordagem para todas as suas interações com os clientes e também em áreas internas da companhia, como recursos humanos.

Do ponto de vista de desenvolvimento, a empresa adotará em todos os times a abordagem do centro de engenharia ágil aberto no começo do ano passado em Curitiba.

Hoje, o centro é responsável por 16 clientes, incluindo “o primeiro banco com abertura de conta 100% digital do Brasil”, instituições como Sefaz-PR e Copel e projetos offshore para fora do país.

A GFT registrou um aumento de 157% em seu faturamento no Brasil em 2016, a maior alta entre as unidades do grupo no mundo. Globalmente, a receita da multinacional alemã aumentou 13% na comparação com 2015, chegando a  € 422,56 milhões.