Maioria poderá trabalhar em casa, se quiser. Foto: Pexels.

O Google anunciou que vai começar a reabrir seus escritórios a partir de 6 de julho para um retorno escalonado caso as condições permitam, mas alertou que os locais vão estar diferentes.

De acordo com o Business Insider, o retorno será em uma base limitada e rotativa, com  aproximadamente 10% de ocupação e ida ao escritório um dia a cada duas semanas, para quem precisa ou deseja.

A empresa está incentivando os funcionários que podem trabalhar em casa a continuar fazendo isso, mas algumas funções vão precisar retornar ao escritório em 2020. Estes funcionários serão notificados até 10 de junho.

Para os que retornarem, haverá “medidas rigorosas de saúde e segurança em vigor", disse Sundar Pichai, CEO do Google, em comunicado enviado aos funcionários.

Já para os que continuarem trabalhando em casa, a empresa pagará US$ 1 mil, ou o equivalente na moeda nacional, para despesas com equipamentos de escritório.

No momento, o plano do Google é recuperar 30% de seus escritórios até setembro, mas tudo depende das condições externas.

O anúncio do Google ocorre poucos dias depois que Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, disse que a rede social está “abrindo agressivamente contratações remotas”, em um movimento que deve resultar em metade da força de trabalho da empresa trabalhando de casa em 10 anos.

Tanto o Google quanto o Facebook, além da Salesforce, já haviam dito que o home office seguiria valendo até o final de 2020, independente das medidas de quarentena adotadas pelos governos.

No Brasil, Nubank e XP Investimentos fizeram anúncios no mesmo sentido. 

O Twitter foi um pouco mais longe e disse que trabalhar em casa seria permitido “para sempre”. 

A Apple, por outro lado, está nas primeiras fases de um plano para levar alguns funcionários de volta para os escritórios da companhia ao longo de maio e junho. Em julho, o retorno deve ser ampliado.