O aleitamento materno é essencial tanto para o bebê quanto para a mãe. Foto: Pixabay.

A Schneider Electric acaba de introduzir a possibilidade das funcionárias trabalharem por um ano em meio turno de casa depois de terem um filho. 

Os 12 meses passam a contar depois do período de seis meses de licença maternidade que as funcionárias da empresa já tem direito (dois meses a mais do que o estabelecido na CLT). A ideia é incentivar a continuidade do aleitamento materno.

"O aleitamento materno é essencial tanto para o bebê quanto para a mãe. Os benefícios para a saúde de ambos são inquestionáveis, sem falar no vínculo emocional que ali se estabelece. Nós, da Schneider, temos que de fato incentivar esses momentos tão ricos", afirma Magda Beffa, business partner de RH para América do Sul e líder de Diversidade no Brasil da Schneider Electric.

O ano de home office para as mães é parte de uma série de mudanças recentes no que a Schneider Electric chama de seu “pilar de Well Being”, ou, para usar um termo mais antigo, a política de recursos humanos da empresa.

Eles incluem licenças para casais gays que tenham filhos, incluindo seis meses de licença para o responsável primário pela criança e 20 dias para o secundário, quatro vezes mais do que os cinco dias de licença-paternidade previstos na lei.

Além disso, a multinacional francesa tem um novo dress code. Agora, os colaboradores são incentivados a usar qualquer estilo de vestuário, inclusive camisetas e bermudas.

Para fechar, a Schneider Electric criou o programa "Seu dia, seu presente", com um dia de folga para quem estiver de aniversário.