EXPANSÃO VIA WEB

MPS.BR estreia provas virtuais na AL

27/11/2012 13:51

MPS.BR fez as primeiras provas virtuais de cursos oficiais, com base em plataforma criada pela PUC-RS.

José Antonio Antonioni. Foto: divulgação.

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O programa MPS.BR acaba de realizar no Brasil, México, Peru e Colômbia as primeiras provas de conceito virtuais de dois cursos oficiais, utilizando uma plataforma de e-learning criada pela PUC-RS para esta função, baseada em Moodle.

A plataforma foi criada em 2011, a pedido da Softex, e foca os modelos MPS.BR e MoProSoft/México, com cursos baseados na plataforma Moodle.

Nas primeiras provas virtuais realizadas, um dos cursos contemlados foi C1/MPS-EAD – Introdução ao MPS, com 97 participantes dos quatro países.

Destes, 65 (67%) receberam da Softex o certificado de participação por atenderem a 75% dos requisitos do curso.

No Brasil, 18 dos 20 alunos receberam certificados de participação (90%). Na Colômbia, foram 21 de 24 (88%); no México, 18 de 30 (60%); e no Peru, 8 de 31 (26%).

A segunda prova foi do curso C2/MPS-EAD – Implementação MPS.

Dos 45 participantes dos quatro países, 26 (57%) levaram certificado da Softex.

No Brasil, 8 dos 10 alunos receberam o certificado (80%); na Colômbia, 10 de 12 (80%); no México, 6 de 14 (43%); e no Peru, 2 de 9 (22%).

Somando-se as capacitações presenciais e à distância, os cursos oficiais do MPS.BR já capacitaram 5.221 pessoas, das quais 1.338 foram aprovadas em provas oficiais.

“A capacitação virtual contribui para o aumento da visibilidade do modelo MPS e sua crescente aceitação internacional”, avalia José Antonio Antonioni, diretor de Qualidade e Competitividade da Softex.

Segundo Kival Weber, coordenador-executivo do MPS.BR, a partir de 2013 os cursos e provas oficiais à distância serão aplicados regularmente não só nos países atuais, mas em outros da América Latina e Caribe.

INDO BEM
O processo de internacionalização do MPS.BR vem ganhando corpo aos poucos. Em setembro deste ano, a mexicana JPE Consultores SC tornou-se a primeira Instituição Implementadora do modelo fora do Brasil.

Autorizada pela Softex, a companhia elevou para 18 o número de IIs credenciadas, somando-se às de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Pará, Recife, Espírito Santo e Ceará.

O credenciamento da empresa mexicana se deu no âmbito do projeto Relais – Rede Latino-Americana da Indústria de Software, que tem apoio do BID/Fomin para ampliar a execução do MPS.BR no Brasil, Colômbia, México e Peru.

Os mesmos parceiros atuam na realização das provas virtuais de conceito do modelo.

Conforme Antonioni, o espaço para ampliação da rede internacional de IIs está aberto, e as organizações interessadas em atuar como tal devem encaminhar à entidade um documento comprovando ter experiência na melhoria de processos de software e uma estratégia definida de implementação do modelo em empresas.

“A instituição deve possuir pelo menos três consultores de implementação treinados no modelo MPS e aprovados em prova específica (P2/MPS - Prova para Implementadores MPS); no mínimo um coordenador e ao menos dois membros da equipe de implementação MPS”, completa Weber.

Atualmente, segundo ele, existem IIs com três a 20 consultores de implementação MPS.

O programa MPS.BR atingiu em agosto deste ano a marca de 383 avaliações publicadas desde setembro de 2005.

Das empresas participantes, 70% são micro, pequenas e médias empresas e 30%, grandes das áreas pública e privada.

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O certificado será entregue pela Trino Polo, juntamente com a Softex.

Projeto subsidiado em 40% pela Softex e 60% pelas empresas, o modelo MPS.BR reúne normas nacionais e internacionais que norteiam a qualificação das empresas de software do país.

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Para participar, a empresa precisa ser associada ao Valetec e já ter o nível 2.

Quatro empresas já participam do programa, que tem R$ 350 mil em recursos do Programa Gaúcho de Parques Científicos e Tecnológicos (Pgtec): WTprime, Secullum e Ibrowse (em nível 2) e De Ferrari (em nível 3).

SAÚDE CERTIFICADA
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Iniciado no segundo semestre do ano passado, o processo de certificação da subsidiária consumiu investimento em torno de R$ 1 milhão.

Conforme o presidente da Hildebrando Brasil, Mário Rachid, a obtenção do CMMI 3 é particularmente importante para habilitar a companhia a participar de licitações governamentais.

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