Carlos Eduardo Vianna. Foto: divulgação.

A SouthTech, fornecedora de soluções de telecomunicações para empresas, provedores e operadoras, em 2014 planeja expandir sua cobertura para atender todo o estado, com investimentos de R$ 40 milhões.

Para isso, a companhia - que já atende cerca de 70% do território gaúcho - investirá na expansão de sua infraestrutura de fibra, assim como na abertura de novas regionais nas fronteiras oeste e sul, assim como na região de Santa Maria.

Outro investimento foi o da abertura de suas primeiras redes GPON no estado, nas cidades de Nova Santa Rita, Caxias de Sul, Passo Fundo e Porto Alegre, somente no bairro Sarandi.

"Atualmente atendemos cerca de 300 municípios, mas com esta expansão esperamos um crescimento de 25% em nosso faturamento para este ano", frisa Carlos Eduardo Vianna, diretor de operações da companhia.

Com clientes como Lojas Lebes, farmácias São João e Lojas Pompéia, a empresa fechou 2013 com um faturamento de R$ 40 milhões. E é justamente pela demanda dessas companhias, que atendem em diversas cidades do estado, que a expansão da rede será decisiva.

"Nossa meta é capilarizar mais a nossa rede, entregando com mais agilidade e com preço reduzido. Para as empresas, o ganho é que poderão deixar de ter redes mistas em suas operações", explica Vianna.

Além do setor privado, a SouthTech mira o segmento público para acelerar seu crescimento. A companhia já fornece serviços para prefeituras como a de Cruz Alta e Soledade, e pretende expandir isso em 2014.

De acordo com o diretor de Operações, diversas cidades estão investindo em anéis ópticos para interligar suas unidades municipais, e a empresa pretende investir nessa direção.

"Estamos conversando com as prefeituras e mostrando as vantagens de contratar esses recursos em forma de serviço, em vez de gastar com estruturas e manutenção próprias", afirma o executivo.

Para completar o cardápio de sua operação, a SouthTech planeja reforçar em 2014 a sua parceria com operadoras como Telefônica, Level 3 e Intelig, que utilizam a rede da companhia para levar seu sinal a locais que não têm infraestrutura própria.

"Temos uma relação forte com estas empresas, assim como provedores locais de telefonia, que usam nossa rede para entregar serviços ao consumidor final. Por isso, não temos interesse no momento em expandir nossa atuação além do segmento corporativo", finaliza Vianna.