Catálogo do Spotify conta com mais de 30 milhões de músicas. Foto: flickr.com/photos/flattop341

O serviço de músicas via streaming Spotify iniciou oficialmente nesta quarta-feira, 28, suas operações no Brasil. O sistema já estava disponível no país para quem conseguia um convite, mas agora está liberado para download.

Durante o período de pré-lançamento, 400 mil brasileiros se inscreveram para conseguir uma conta.

Lançado em 2008 na Suécia, onde já responde por 70% do faturamento da indústria da música, o serviço já conta com mais de 40 milhões de usuários ativos em todo mundo. Destes, mais de 10 milhões são assinantes “premium”, que pagam uma mensalidade por suas contas.

O catálogo do Spotify conta com mais de 30 milhões de músicas.

Para utilizar o serviço, é possível optar entre a conta gratuita e a premium.

A gratuita tem streaming ilimitado via web e nos apps do serviço para PCs, Macs e dispositivos móveis. O usuário gratuito visualiza e ouve anúncios durante a utilização do sistema.

Quem opta por desenbolsar US$ 5,99 pela conta premium não tem mais contato com anúncios, consegue melhor qualidade de som e pode fazer download de músicas, para serem ouvidas dentro do sistema quando o usuário estiver offline. 

Inicialmente as contas Premium estão sendo cobradas em dólares, com pagamento via cartões internacionais.

Há um movimento na companhia para passar a fazer a combrança na moeda brasileira. O preço nacional será R$ 14,90.

O Spotify conta com um sistema de recomendação de conteúdo baseado nos hábitos do usuário e também com um sistema de curadoria, com playlists temáticas criadas por especialistas e por outros usuários.

Conectando a conta com o Facebok, é possível seguir outros usuários, compartilhar o que está ouvindo e criar e compartilhar playlists. 

O streaming já opera em 57 países no mundo, 17 deles na América Latina. 

Desde sua fundação, o Spotify já gerou mais de U$ 1 bilhão em royalties referentes a direitos autorais para artistas, compositores, gravadoras e editoras musicais.

O serviço é considerado a segunda maior fonte de renda do mercado da música digital na Europa, segundo levantamento da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).