TAM agora possui o selo Website Protegido, reforçando segurança online. Foto: flickr.com/photos/rafaelriobrasi

A TAM Linhas Aéreas anunciou nesta semana que agora possui o selo Website Protegido, fornecido pela Rede Segura Tecnologia, empresa especializada em segurança de aplicações web, uma medida para ampliar a segurança em sua página na internet.

Segundo informa a empresa em comunicado à imprensa, a certificação é resultado do esforço da companhia para adotar as melhores práticas de segurança em seus canais de venda online.

Exibido no canto inferior direito da home page da companhia aérea, o selo atesta que o site está mais protegido de vulnerabilidades provocadas por ataques de agentes maliciosos (hackers ilegais e crackers).

Para a TAM, a busca pela solução em segurança foi motivada pelo aumento de tráfego no website da companhia.

Em julho, no comparativo com o mesmo mês em 2011, foi registrado um crescimento de 45% na audiência. Neste ano, o site também já bateu os seus recordes mensais de visitas (em junho) e de transações (em abril).

"É importante garantir e transmitir esta segurança ao cliente. O nosso site é responsável por uma parcela representativa das vendas. Hoje, ele está ainda mais preparado para atender qualquer aumento de tráfego", afirma Rodrigo Trevizan, diretor de Vendas Diretas da TAM.

Conforme aponta a empresa, os primeiros resultados da iniciativa já são percebidos. Após cinco dias de exibição do selo Website Protegido, a taxa de abandono do site diminuiu.

Ao mesmo tempo, houve um considerável incremento do número de visitantes que continuaram navegando pelas páginas do site e, eventualmente, adquiriram a sua passagem.

O projeto da companhia aérea com a Rede Segura Tecnologia teve início há seis meses, quando foi implantado o sistema RedeSegura, uma espécie de auditoria nas aplicações web do portal da TAM, para identificar os ajustes a serem feitos.

O sistema realiza testes diários de avaliação de segurança dos aplicativos do site, além de testes de varredura (Black Box Scanning) que simulam ataques externos para identificar vulnerabilidades.

Para reforçar estas avaliações, uma base de dados fornece até 39 mil assinaturas de ataques já praticados por agentes maliciosos.

"Nosso desafio é conciliar estes ajustes com outros processos para não causar interferência nas diversas atividades do portal", lembra Marcos Roberto Teixeira, diretor de Tecnologia da Informação da TAM Linhas Aéreas.