Sede do Agibank em Porto Alegre. Foto: Divulgação.

O Agibank, banco digital gaúcho, investiu em tecnologia de reconhecimento de imagens e caracteres escritos (OCR, na sigla em inglês) para a área de análise e concessão de crédito, um dos principais produtos da instituição.

Além disso, novos modelos de crédito e análise foram criados, para prever a capacidade de pagamento dos clientes.

Com a automatização, o Agibank enxugou o setor de análise de crédito, cortando 52 posições de profissionais que atuavam com processos manuais de análise de documentos.

De acordo com o banco, esse tipo de tecnologia ainda é “incipiente entre as instituições financeiras” e garantiram um processo de liberação de empréstimos 35% , mesmo tendo em conta que devido à crise o volume de pedidos de créditos é 23,6% maior se comparado ao mesmo período em 2019.

O Agibank frisa em nota que os profissionais demitidos tiveram o plano de saúde garantido por mais três meses e participarão de um programa de recolocação profissional pago pela empresa.

No geral, o Agibank está ampliando o time: desde o início do ano, foram abertas 273 novas posições de trabalho. No momento, são 90, para as áreas de tecnologia e produtos.

Com sede em Porto Alegre, o Agibank começou em 1999 como uma financeira chamada Agiplan, até então concentrada no mercado de empréstimos pessoais.

No começo de 2016, incorporou o Banco Gerador, se tornando também um banco. Em 2018, mudou para o nome atual para dar uma guinada digital. 

Além do digital, o Agibank tem mais de 600 pontos de atendimento presenciais em todo o Brasil com 2 mil consultores.

Por meio de rede de parceiros, disponibiliza mais de 30 mil terminais para saque e mais de 2 milhões de estabelecimentos credenciados para pagamento via QR Code.