Giuliano Forlin é um dos sócios da Welkin.

A Softforce, Safebus, Sec2b, ConnectForce e LIT anunciaram uma fusão, formando um novo grupo batizado de Welkin com atuação em fábrica de software, segurança da informação e tecnologias para mobilidade urbana e a meta de faturar R$ 13 milhões em 2014.

O grupo reúne as fábricas de software Softforce e ConnectForce, a consultoria de segurança da informação Sec2b, a especialista em tecnologia embarcada Safebus e a LIT, focada em consultoria de processos educacionais.

A Welkin nasce com um quadro composto por mais de 100 funcionários e uma carteira de 80 clientes espalhados pelo Brasil. 

O faturamento no ano passado foi de R$ 10 milhões. A nova companhia tem unidades no Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Barcelona, na Espanha.

O controle da empresa será dividido entre Adriano Rodenbusch, ex- Softtforce, diretor técnico da Welkin e Giuliano Forlin, ex-Sec2B, diretor comercial. Ambos são os maiores acionistas do novo negócio.

“A nossa estimativa é de redução de custos na casa de 18%, obtida com a fusão, já a partir do ano que vem. Mas o viés será completar a oferta com preços mais agressivos", projeta Rodenbusch.

Não foram feitos aportes extras de capital no novo negócio, apenas a apenas a união dos ativos e das carteiras de clientes.

"Não é uma fusão de empresas iguais, que fazem a mesma coisa. Unimos empresas com produtos e serviços complementares, que não concorrem entre si", salienta Forlin.

Tanto Rodenbusch quando Forlin são jovens empresários. O primeiro fundou sua empresa em janeiro de 2012, vindo da Deep Red, onde era gestor de TI.

Já Forlin fundou a Sec2b em agosto de 2007, vindo da Autoridade Certificadora do Rio Grande do Sul, onde esteve por três anos.