Joni Hoppen, diretor de operações da Aquarela. Foto: Divulgação.

A Aquarela, de Florianópolis, recebeu um investimento do Fundo Aeroespacial - composto pelos cotistas Embraer, Finep, BNDES e Desenvolve SP. 

O projeto investe em empresas de tecnologia vistas com grande potencial de impacto e escalabilidade em setores como o aeronáutico, espacial, defesa, segurança e na área de integração de sistemas. 

A Aquarela atua com projetos de análise de dados e utiliza um sistema de inteligência artificial desenvolvido pela própria empresa: o Aquarela VORTX, oferecido no modelo de software como serviço.

Desde sua fundação, a Aquarela foi incubada pelo MIDI Tecnológico, incubadora fundada e mantida pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) e pelo Sebrae-SC. Atualmente é graduada da instituição. 

Com os recursos aportados pelo fundo, a Aquarela buscará acelerar o processo de expansão comercial no país e avançar no desenvolvimento de produtos verticalizados por setores com demandas em análise de dados. 

“Com aporte do fundo Aeroespacial, estamos ampliando significativamente o tamanho da equipe, amadurecendo processos, customizando a plataforma VORTX, fazendo capacitações internas e expandindo a base de clientes para outros estados”, diz Joni Hoppen, diretor de operações da Aquarela.

No lançamento do Fundo Aeroespacial, em 2014, o BNDES afirmou ter um capital de R$ 131,3 milhões destinados a pesquisa e desenvolvimento em aeronáutica, defesa e segurança. O primeiro investimento divulgado pelo fundo foi feito em abril, quando a Tempest Security Intelligence recebeu R$ 28,2 milhões por uma participação não revelada.