Edésio Cervino lidera a frente comercial da vertical de manufatura na Sonda. Foto: Divulgação.

A Sonda, companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, contratou Edésio Cervino para liderar a frente comercial da vertical de manufatura.

O movimento faz parte da estratégia da Sonda de verticalizar seu time de vendas.

Cervino, que tem mais de 25 anos de experiência na área de TI. No último ano, ele atuou como diretor comercial da Capgemini.

Antes, Cervino atuou no mesmo cargo na Tivit, onde ficou por 2 anos. Entre 2011 e 2013, foi CIO da Oderbrecht. Ele também passou pelas empresas Santander e HP.

“Além de ampliar a presença da Sonda no segmento, o propósito é alinhar a oferta dos nossos serviços com as necessidades do cliente frente às mudanças digitais ocorridas atualmente no setor de manufatura, que está cada vez mais íntimo no uso de inteligência artificial e machine learning para melhorar os processos industriais”, exemplifica o executivo.

O novo diretor é formado em ciência da computação pela Universidade Salvador (UNIFACS), com especialização em gestão de negócios pela Université de Lyon, na França. Ele possui MBA em business administration & general management pela Universidade de São Paulo.

A estratégia de verticalização da Sonda também contou com a contratação de outros executivos em 2017.

Em fevereiro, Antonio Eduardo Bruno chegou na empresa para liderar a frente comercial da vertical de finanças. Nos últimos 4 anos, o executivo atuou como diretor comercial na Stefanini.

Já Miguel Sarmento foi contratado para assumir a diretoria comercial da divisão de utilities. O executivo ocupava a mesma posição na Axxiom, empresa de serviços de tecnologia para o setor elétrico, constituída pela Cemig e Light.

Fundada no Chile em 1974, a Sonda atua no Brasil desde 1989. A organização opera através de quatro divisões de negócios: serviços de TI, SAP, plataformas e aplicativos.

A empresa conta com 22 mil colaboradores em dez países da América Latina. Em 2015, a Sonda alcançou receita consolidada de US$ 1,25 bilhão, uma alta de 1,4% em relação ao mesmo período no ano anterior. Cerca de 60% da receita da empresa vem de fora da sede chilena, com destaque para o Brasil.