Everton Arantes.

A Prime Control, empresa de teste de software sediada em Curitiba, acaba de ser certificada MPS.BR nível G.

O nível de maturidade no modelo brasileiro de qualidade de software foi avaliado pela QualityFocus e a empresa contou com consultoria do Senai de Londrina.

“Através desse trabalho pudemos melhorar os nossos processos, melhorar a qualidade de nossas entregas para o cliente e definir e implantar indicadores que nos ajudam a monitorar e controlar nossos projetos”, explica o CEO da Prime Control, Everton Arantes.

A Prime Control foi fundada por Arantes, um ex-líder de equipe da LG. Na desenvolvedora de software para RH, Arantes esteve envolvido no projeto de adesão ao CMMI 2, norma equivalente ao MPS.BR.

Hoje, a companhia tem clientes como Grupo Boticário, a GVT/VIVO, a Bematech e Magazine Luiza. 

Lançado pela Softex em 2003, o modelo MPS.BR é espelhado nos níveis do CMMI, um padrão internacional de qualidade de software criado pela universidade americana de Carnegie Mellon.

Nos últimos anos o MPS.BR, que tem mais níveis intermediários de implementação e muitas vezes custos de consultoria subsidiados pelo governo, tem ganho mais visibilidade, enquanto o CMMI fica mais restrito a empresas multinacionais ou focadas em exportações.

Em 2014, por exemplo, foram feitas no Brasil apenas 33 avaliações ou reavaliações de CMMI, contra 40 em 2013 e 22 em 2012.

Ao todo, existem hoje no país 277 avaliações válidas do MPS.BR. 

O Paraná é o estado com maior adesão, totalizando com um total de 48 companhias, três a mais do que as do segundo lugar, São Paulo.