Um grupo de empresas de engenharia interessadas em construir a fábrica da HT Mícron no Tecnosinos em São Leopoldo viaja nesta segunda-feira, 15, para a Coréia do Sul onde farão uma visita técnica à Hana Mícron.

Acompanha o grupo o engenheiro civil Cristiano Richter, representante do time de Engenharia da Unisinos. O número de empresas integrantes da comitiva não foi divulgado pela universidade jesuíta.

“Devido à complexidade da obra, precisamos ir até a Coréia para avaliar como será construída a fábrica brasileira”, informa Richter.

Após a visita, os engenheiros responsáveis irão se reunir para definir os planos de ação, os fatores complicadores e analisar como a obra será administrada dentro das exigências brasileiras.

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A Hana Mícron tem metade do capital da joint venture coreana brasileira dona da HT, que deve fazer investimentos de US$ 200 milhões nos próximos anos para construir uma fábrica de chips em São Leopoldo. A Altus lidera o lado brasileiro.

As obras da fábrica de 10 mil metros quadrados, avaliadas em US$ 10 milhões, serão bancadas pela Unisinos, que posteriormente alugará o local à HT.

O prédio deverá ser dotado de uma sala limpa para produção de chips cujo único equivalente no Brasil até o momento é a do Ceitec, inaugurado recentemente em Porto Alegre mas ainda não em fase de produção.