Luis Carlos Nacif, diretor geral da Microcity

A Microcity acaba de lançar um serviço de infraestrutura de TI cobrada por usuário.

Batizada de Microcity PPU (Pay Per User), a novidade é um passo adiante da companhia sediada em Nova Lima, grande Belo Horizonte, que em 2009 iniciou uma oferta (Infrastructure as a Service).
 
O Microcity PPU inclui desde servidores, desktops, storage, virtualização e serviços embarcados, como disaster recovery, gerenciamento e análise de tráfego, inventário de hardware e software, gestão de imagem, segurança, service desk, entre outros.
 
“Não existe nada parecido no mercado”, garante Luis Carlos Nacif, diretor geral da Microcity. Segundo ele, “independente da complexidade tecnológica, e dos serviços embarcados que o cliente necessitar, o pagamento será feito por usuário”.
 
De acordo com pesquisas realizadas pela Microcity, mais de 50% do orçamento de TI são gastos em infraestrutura como servidores, sistemas operacionais, armazenamento e networking.

“esmo que os custos de hardware e software estejam diminuindo, os custos de gerenciamento e suporte desse ambiente estarão aumentando, pois quando as empresas atingem um ponto crítico, as exigências de suas infraestruturas de TI variam enormemente”, comenta Nacif.
 
 Hoje a Microcity administra um parque de 80 mil equipamentos em todo país. No ano passado, o faturamento foi de R$ 70 milhões.