As empresas possuem 28% de capacidade de armazenamento ociosa, atualmente, mas este universo planeja ampliar, em média, 34% a estrutura de storage em 2011, 58% nos próximos três anos e 93% até 2015.

É o que indica um levantamento do IDG realizado junto a mais de 1,1 mil gestores de TI, levando em conta entrevistados de empresas com mil funcionários ou mais e de companhias com menos de mil colaboradores.

A pesquisa demonstra que 58% das empresas de maior porte gastam mais de US$ 100 mil com armazenamento/ano, enquanto as demais do mesmo grupo investem menos do que isso. Além disso, o estudo revela que 23% do orçamento anual na área de storage vai para custos de manutenção.

Só entre as companhias com mais de 1 mil funcionários, a média de gasto com manutenção sobe para 29%. Já entre as organizações com menor menor de colaboradores, o gasto médio nesta área fica em 19% do total destinado à TI.

Entre as preocupações dos CIOs quanto a este segmento, 28% priorizam a infraestrutura, enquanto 27% dão mais atenção à segurança e 25% focam treinamento ou habilidades inadequadas. A dificuldade de comprovar o ROI vem logo atrás, com 21%, que é o mesmo patamar atingido pela decisão sobre quais áreas do storage devem ser virtualizadas.

Na nuvem
Em relação a cloud computing, 14% das companhias ouvidas estão em projeto-piloto ou em implementação de tecnologias de armazenamento baseadas em nuvem pública.

Outras 42% ainda não cogitam esse tipo de oferta.

Quanto às nuvens privadas, o levantamento indica que 23% dos entrevistados já criaram políticas específicas para armazenamento de informações em cloud.