O presidente da Perto, Thomas Elbling

A Perto S/A prevê um crescimento acentuado da área de Full Outsourcing, podendo representar até 25% do faturamento total da empresa em 2015.

Solução lançada em 2007 que desenvolve, implementa, monitora e administra o parque de ATMs (terminais bancários) das instituições financeiras, o outsourcing não teve revelada sua participação atual no rendimento da companhia.

Em 2011, a empresa deve crescer 20% e atingir faturamento de R$ 320 milhões.

Hoje, a Perto presta esse serviço para o Banco Regional de Brasília (BRB), com um software que se interliga à plataforma do banco e controla infraestrutura, suprimentos, faz a manutenção e é responsável por manter os equipamentos em funcionamento.

Todo o processo é feito remotamente pelo departamento especializado na fábrica da Perto, em Gravataí.

Na avaliação do gerente da área de Full Outsourcing da Perto, Fernando Mitidieri, com o monitoramento, a resposta em caso de problemas técnicos pode ser mais rápida.

“Não é preciso esperar um chamado ser aberto pelo usuário, a falha é detectada pelo sistema e o chamado aberto automaticamente no Sistema de Assistência Técnica”, relata Mitidieri.

Atualizações de software em toda a rede também podem ser feitas remotamente.

A gaúcha Perto é uma empresa com tecnologia 100% brasileira que atua há 22 anos no mercado de soluções de hardware e software para os segmentos de automação bancária e comercial.

O grupo possui cerca de 1,5 mil colaboradores, filial em Alphaville (SP), escritórios em 16 cidades e rede de suporte e serviços em todo o Brasil. Seus produtos são exportados para 25 países.

Nessa semana, o presidente da empresa, Thomas Elbling, anunciou a ampliação das instalações em Gravataí, com investimento de R$ 38 milhões.

Será ampliad a área construída no terreno de de 33 mil para 41 mil metros quadrados.

Em 2010, a Perto faturou R$ 255 milhões.