O mercado mundial de Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants) deve crescer 155% até 2020.

Os dados fazem parte de relatório publicado pela consultoria Teal Group, especializada nas áreas aeroespacial e de defesa.

Segundo o mesmo estudo, US$ 5,9 bilhões destinados a pesquisa e desenvolvimento e também à comercialização de aeronaves não tripuladas em 2011 devem saltar para US$ 15,1 bilhões em 2020, demonstrando o aquecimento do setor.

No Brasil, o uso desse tipo de avião ainda é restrito, mas deve se ampliar por conta da Copa do Mundo, em 2014, e dos Jogos Olímpicos no Rio, em 2016.

Pelo menos 13 empresas já vendem modelos por aqui ou pretendem fazer isso em breve.

Entre elas, está a gaúcha Skydrones, com sede em São Leopoldo, e que recentemente iniciou tratativas com a sul-coreana Nes&Tec para troca de tecnologia.

Hoje, a Skydrones trabalha com a montagem por demanda dos VANTs, com tecnologias alemã e canadense. Com quatro empregados, a empresa dispõe atualmente de modelos com seis motores, para uso em operações de segurança pública e privada com imagens.

As máquinas custam de R$ 35 mil a R$ 70 mil, dependendo do tipo de câmera.