A Copel manifestou oficialmente sua intenção de atrair os investimentos da Foxconn para o Paraná.

Estatal da energia paranaense, a empresa disse que vai “avaliar possíveis investimentos na área de energia com o intuito de viabilizar a atração da Foxconn para o Estado do Paraná”, revela nota da .

No Paraná, as candidatas seriam Londrina e Maringá.

Se entrar na disputa, os paranaenses concorrerão com Minas Gerais e São Paulo, sendo que os paulistas já têm uma unidade da empresa em seu território, em Jundiaí, onde o iPhone já estaria em produção.

Em maio, a Foxconn anunciou, durante visita da presidente Dilma Rousseff à China, sua intenção de investir US$ 12 bilhões no Brasil.

O investimento, que geraria 100 mil empregos no país, dependeria de um aporte do BNDES.

Recentemente, o banco manifestou relutância quanto ao crédito, uma vez que certas exigências feitas pela empresa, bem como o montante desembolsado pela própria Foxconn levantaram suspeitas dos técnicos do BNDES.

Das operações da Foxconn dependerá a fabricação do iPad em solo brasileiro.

Praticamente uma bandeira tecnológica do governo Dilma, o tablet da Apple já foi prometido e negado várias vezes pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante.

Entre os problemas para o início da produção já foram apontados carência de mão de obra e local.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a Foxconn deve anunciar onde será a fábrica em 30 dias.

Na semana passada, o presidente da empresa esteve no Brasil para negociar detalhes da abertura local da montadora de equipamentos eletrônicos.