Em IPO, Linkedin é avaliada em mais de US$ 3 bi

09/05/2011 13:51

A rede social corporativa Linkedin anunciou nesta segunda-feira, 08, que foi avaliada em mais de US$ 3 bilhões, em função de seu IPO (senha em inglês para oferta pública inicial de ações).

A companhia inicia sua oferta de papéis ao mercado de capitais em valores de US$ 32 a US$ 35 por ação, na Bolsa de Nova York, sob o símbolo "LNKD".

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A rede social corporativa Linkedin anunciou nesta segunda-feira, 08, que foi avaliada em mais de US$ 3 bilhões, em função de seu IPO (senha em inglês para oferta pública inicial de ações).

A companhia inicia sua oferta de papéis ao mercado de capitais em valores de US$ 32 a US$ 35 por ação, na Bolsa de Nova York, sob o símbolo "LNKD".

Ao todo, a meta é vender 7,84 milhões de ações. Deste total, 4,8 milhões serão vendidas ao público geral, enquanto o restante será comprado por um grupo de atuais acionistas da empresa.

Ainda segundo divulgado pela companhia, os usuários de sua rede somam cerca de 100 milhões em todo o mundo.

O IPO da Linkedin atraiu a atenção do mercado, principalmente por ser uma das primeiras iniciativas do gênero levadas a cabo por uma rede social – até agora, os investidores aguardam a oferta pública inicial, por exemplo, do Facebook.

Depois da oferta inicial, a Linkedin informa que as ações detidas por seu co-fundador e presidente do conselho, Reid Hoffman, representarão 21,7% de poder de voto.

O executivo participará do IPO da empresa, ao contrário de outros acionistas de porte, como Sequoia Capital, Greylock Partners e Bessemer Venture Partners, que hoje detêm cerca de 40% da rede social.

A Linkedin encerrou 2010 com lucro de US$ 15,4 milhões e receita de US$ 243 milhões.
 

Veja também

LinkedIn oficializa oferta pública de ações

Nesta sexta-feira, 28, o LinkedIn arquivou pedido junto ao órgão regulador do mercado de capitais norte-americano para uma oferta pública inicial de ações (IPO, em inglês) que pode levantar até US$ 175 milhões.

A intenção da IPO foi anunciada na quinta-feira, 27, preparando terreno para que a empresa se torne a primeira rede social a fincar sua bandeira em Wall Street.

LinkedIn chega a 3 mi de usuários no Brasil

O site de relacionamentos de profissionais anunciou nessa terça-feira, 22, ter chegado à marca de 3 milhões de usuários no Brasil.

Com o valor, o aumento é de 428% ao ano entre os brasileiros, fazendo do país o mercado em que a rede social de nicho mais cresce. A alta no Braisl é seguida por México (178%), Índia (76%) e França (72%).

A rede social, fundada em dezembro de 2002 e lançada em maio de 2003, alcançou 100 milhões de membros no mundo.

Recém-formados ganham página no LinkedIn

Uma rede social para jovens à procura de empregos é o novo recurso do LinkedIn, rede que comemorou recentemente os 100 milhões de usuários (3 milhões no Brasil) e que se dedica a perfis  profissionais.

Na página StudentJobs, recém-formados ou estudantes prestes a se formar podem conferir ofertas de emprego voltadas para seu perfil.

Snaptu lança app para celulares do LinkedIn

A Snaptu lança uma aplicação para uso do site de relacionamentos profissionais LinkedIn em celulares.

Compatível com 2,5mil aparelhos – 80% dos modelos disponíveis no mundo hoje, segundo a empresa – o app deve dar acesso móvel à grande parte dos 90 milhões de profissionais atualmente cadastrados na rede social.

O LinkedIn é parceiro da Snaptu, que já tem programas para Facebook e Twitter, na ferramenta.

LinkedIn ganha agregador social de notícias

Foi anunciado nessa quinta-feira, 10, o LinkedIn Today, novo recurso da rede social LinkedIn.

A ferramenta é um  agregador de notícias com base no que contatos e amigos de usuários leem e compartilham.

“Se você tem apenas cinco minutos para acompanhar as notícias, o LinkedIn Today pode ajudá-lo a cortar os excessos”, explica Liz Reaves Walker, do LinkedIn, no blog oficial do site.

LinkedIn: os clichês mais comuns no CV

Experiência extensa, dinamismo, motivado, inovador. Se o seu currículo inclui alguma dessas palavras, busque alternativas para se diferenciar.

Levantamento do LinkedIn, rede social profissional que reúne 85 milhões de currículos em mais de de 200 países, coloca essas expressões no topo dos 10 termos mais utilizados no perfil da rede social ao longo de 2010.

Os quatro termos já citados são os mais utilizados no mundo.

Bovespa quer IPOs de pequenas fora de RJ-SP

A BM&FBovespa SA quer aumentar o número de aberturas de capital entre empresas com receita anual de R$ 50 milhões a R$ 100 milhões fora do eixo Rio – São Paulo.

Segundo informações da Exame.com, representantes da bolsa tem planos de visitar 150 companhias entre Fortaleza, Goiânia, Belo Horizonte, Joinville, Recife e Rio de Janeiro este ano.

MZ lança Lead e mira IPOs na China e EUA

O Grupo MZ, especializado em serviços de relações com investidores, governança e comunicação corporativa integrada, anuncia a criação da Lead, divisão que reforça a atuação da companhia no segmento de preparação de empresas para a oferta pública inicial de ações (IPO) para a China e EUA.

COO do Groupon deixa empresa no ano da IPO

Rob Solomon, principal executivo operacional (COO) do site norte-americano de compras coletivas Groupon, está deixando a empresa.

A informação foi divulgada nessa semana pelo site All Things Digital, do Wall Street Journal.

Segundo fontes ouvidas pelo SWJ, Solomon sai por não ser considerado a “pessoa certa” para levar o site de compras à sua próxima fase de crescimento. A agência Bloomberg informa que o site deve passar por uma oferta pública inicial (IPO) ainda nesse ano.

Groupon pode valer mais que Google na IPO

Preste à realizar sua oferta inicial de ações (IPO), segundo fontes de mercado, o pioneiro das compras coletivas Groupon pode chegar ao mercado valendo mais que o Google na sua estreia na bolsa.

Segundo o site Business Insider, a empresa estaria perto dos US$ 25 bilhões de valorização – Google valia US$ 23 bilhões ao chegar à bolsa, em 2004.

Nos últimos sete anos, os papéis da empresa de buscas foram de US$ 85 para US$ 565.

Twitter nega negociação de IPO

Biz Stone, cofundador do Twitter, defendeu a autossustentabilidade do microblog nessa quinta-feira, 03, ao dizer que a empresa não tem planos de abrir seu capital no futuro próximo e não precisa de capital adicional.

“Estamos fazendo dinheiro”, afirmou Stone, segundo a agência Reuters.

Biz Stone também negou as informações de que o JPMorgan Chase estaria negociando a compra de 10% do Twitter por US$ 450 milhões.

E&Y: BRIC e TI fortes em PE para IPO

Brasil, Índia e China tiveram destaque mundial nas operações de IPO de empresas com o apoio de fundos de private equity em 2010, segundo o relatório Ernst & Young - Private Equity, Public Exits.

O levantamento indica que, após superar a crise financeira internacional com mais facilidade do que os países desenvolvidos, as economias emergentes, especialmente o BRIC, tiveram maior participação neste mercado: no segundo semestre de 2010, representaram 52% do total de operações no mundo.

Groupon deve chegar a IPO com US$ 15 bi

O site de compras coletivas Groupon deve chegar em breve à bolsa americana com um valor de mercado de aproximadamente US$ 15 bilhões.

De acordo com fontes não identificadas contatadas pelo blog Deal Book do jornal norte-americano The New York Times, a empresa já negociou os termos da venda inicial de ações (IPO) com dois banqueiros na semana passada.

A relação do Groupon com o mercado de capitais é estreita. Em apenas dois meses, a companhia levantou US$ 1,45 bilhão.

64% do IPO da Droga Raia são de estrangeiros

A oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglê) de ações da Droga Raia teve participação majoritária de investidores estrangeiros, que ficaram com 64,8% do total.

O valor inicial atingiu R$ 654,69 milhões, ao preço de R$ 24 por ação, informa o site Exame.com.

O lote suplementar atingiu 15% ou 3,55 milhões das ações inicialmente ofertadas.