Aproveitando a onda de sites de compras coletivas - as últimas estimativas apontam 405 empresas no segmento no Brasil  - o analista de sistemas Alexandre Nunes Sá Brito criou uma ferramenta para criação de portais do gênero.

“Surgiu a demanda por parte de um cliente e resolvemos investir na ideia da criação de um sistema completo para gerenciamento de compras coletivas para comercialização”, conta Brito, 33 anos, da empresa DSI Webmarketing.

Com quase dois meses de desenvolvimento, Brito trabalha principalmente no sistema do projeto, que possibilita a criação de sites no formato por R$ 2,9 mil.

Por esse preço, além da ferramenta é oferecido suporte para o código adquirido.

“Atualmente cobramos pelo sistema fechado, com desenvolvimento do layout e identidade visual”, explica.

Seis sites já passaram pelas mãos de Brito desde o início do serviço.

Segundo Brito, uma das grandes diferenças em se planejar um site de compras coletivas para um de e-commerce convencional está no destaque de produtos, ou ofertas. Enquanto no e-commerce o cliente fica diante de vários produtos, divididos muitas vezes por gêneros, na compra coletiva é apresentada uma única oferta.

“Quando é aberto um leque de opções o cliente acaba buscando por outros fornecedores, diferente da compra coletiva que é uma compra por impulso, na hora”, explica.

O pacote vendido por Brito inclui o site, um sistema gerenciador de ofertas e cupons, a ferramenta de e-mail marketing, integração com pagseguro, entre outros serviços.