A rede social LinkedIn, focada em perfis profissionais, lançou uma nova versão para dispositivos móveis, com versões para iPhone e Android, e um site em HTML5.

Uma das novidades é a velocidade do aplicativo. Agora, prometem os desenvolvedores, as informações são carregadas entre duas e 10 vezes mais rápido em todas as funções – das buscas à leitura dos streamings de atualização.

Além disso, a interface foi reorganizada em quatro áreas – atualizações, inbox, usuário e grupos – dando acesso com um toque aos dados sob cada grupo.

“Isso não apenas torna mais fácil o acesso às informações como também torna o programa mais intuitivo”, explica Chad Whitney, da equipe mobile do LinkedIn.

Outra alteração, baseada no feedback dos usuários, é a página inicial da ferramenta, que agora abre com a linha de atualizações de status dos usuários – uma das seções mais utilizadas do aplicativo atual, como descreve Whitney.

115,8 milhões de usuários
No trimestre encerrado em junho de 2011, o LinkedIn chegou a 115,8 milhões de usuários, uma alta de 61% sobre o mesmo período do ano passado.

O Brasil é o quarto país com o maior número de usuários na rede, 4,1%, ficando atrás dos Estados Unidos, 4,6%, da Índia 9,6%, e da Inglaterra, 6,3%.

Do total, os perfis brasileiros ultrapassam a marca de 3 milhões na rede, o que representa uma alta de 442% frente a 2010.

US$ 4,5 milhões de lucro
Apesar de mais que dobrar a receita no segundo trimestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2010, o LinkedIn não conseguiu o mesmo feito no lucro líquido, que quase não aumentou: o resultado ficou em US$ 4,5 milhões, contra US$ 4,3 milhões de um ano antes.

A receita do site de relacionamento corporativo foi de US$ 121 milhões no trimestre, crescimento de 120% ano/ano, enquanto a geração de caixa medida pelo Ebitda ficou em US$ 26,3 milhões, aumento anual de 128%.