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Funcionários da Zynga que ganharam opções de ações, em vez de um alto salário, no início da história da empresa, foram pressionados pelos fundadores a devolver os papéis, sob ameaça de demissão.

Segundo o Wall Street Journal (WSJ), Mark Pincus, CEO da empresa por trás de hits nos games sociais como "FarmVille" e "Mafia Wars", adotou a medida de pressão na véspera da oferta pública de ações da empresa.

A oferta pode render à empresa US$ 20 bilhões.

Os portadores de grandes fatias da companhia ganham mais com o aporte, pondera o Wall Street Journal.

Conforme a publicação, a exigência da Zynga pode tornar a empresa alvo de processos trabalhistas e, se essa prática se disseminar, pode corroer uma das bases da cultura do Vale do Silício.

É comum as empresas iniciantes com pouco caixa e alto risco de fracasso oferecerem a possibilidade de enriquecer com opções de ações como um meio de atrair empregados talentosos.

O Google adotou a estratégia nos anos iniciais.

Para não se complicar tanto, a Zynga elaborou uma lista com empregados cujo desempenho talvez não justificasse o recebimento de lotes volumosos de ações restritas, que são ações distribuídas de graça, mas que não podem ser vendidas imediatamente.

Alguns empregados cuja situação foi avaliada tinham recebido dezenas de milhões de dólares em lotes de ações.

Leia a matéria completa do WSJ em português no Valor Econômico (para assinantes) nos links relacionados abaixo.