Jeff Weiner, CEO do LinkedIn, prevê vida curta para o Google +, nova investida social do Google.

Segundo o executivo da rede social profissional – que soma mais de 100 milhões de usuários no mundo e 3 milhões no Brasil – ninguém tem “tempo livre para ficar no Google+”, numa clara referência ao recurso “hangout” (lugar para passar o tempo, numa tradução livre).

Além disso, já existem sites de relacionamento suficientes no mercado, na opinião do executivo.

“É impossível que as pessoas usem todas (as redes sociais) ao mesmo tempo”, defendeu Weiner.

O CEO acredita que o sucesso do Facebook vai ofuscar a rede social do Google, cujos públicos-alvo já são atendidos hoje pelo próprio Facebook e pelo Twitter..

Segundo Rob Enderle, analista do Enderle Group, os comentários soam com um desdém, um desejo pela queda de um novo rival.

“É como dizer que há lugar para apenas uma ferramenta de buscas ou coisa do tipo”, diz.

Ainda em fase de teste, o Google+ já tem 10 milhões de usuários. O Facebook, soma mais de 700 milhões. Já o Twitter passa de 300 milhões de cadastrados.

Em maio desse ano, o LinkedIn levantou US$ 352,8 milhões em uma oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos depois de precificar seus papéis na extremidade superior do intervalo sugerido.

Com sede em Mountain View, na Califórnia, a companhia vendeu 7,84 milhões de ações a US$ 45 cada. A LinkedIn elevou a faixa de preço para US$ 42 a US$ 45, de US$ 32 a US$ 35.

As informações são do site IDG Now.