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Na terceira edição da pesquisa "A Qualidade da Internet", feita pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e pela Universidade de Oviedo, na Espanha, os dados indicaram que a internet brasileira não está preparada para suportar as exigências de seus internautas, segundo informações do site da Bandeirantes.

O estudo mostrou que, embora o país tenha avançado no aumento do número de domicílios conectados, a qualidade das conexões ainda está abaixo da média.

Segundo a pesquisa, o tempo entre o comando do internauta e a percepção de que ele foi obedecido não deve ultrapassar 95 milésimos de segundo. Em Fortaleza, a cidade brasileira com a melhor qualidade de internet, essa espera chega a 114 milésimos de segundo.

Para os próximos anos, a expectativa é que a demanda dos internautas  aumente, em virtude do surgimento de novas aplicações. Especialistas estimam que, até 2015, um domicílio estará consumindo 500 GBytes por mês, ao invés dos atuais 20 GB.

Na lista dos "melhores da internet", a Coreia do Sul continua sendo a líder, seguida por Hong Kong e Japão. O Brasil ocupa a 38ª colocação.