Os ministérios e demais órgãos da administração direta da União terão que se adaptar, até o final de janeiro, para participar do Sistema de Informação de Custos do Governo Federal (SIC).

De acordo com a Exame, com a implantação do sistema os órgãos devem passar por pente fino, já que o Tesouro Nacional adotará a medida para monitorar a qualidade dos gastos das contas públicas.

Ainda que o governo não trabalhe com uma meta, a mudança visa a reduzir as despesas com a análise de cruzamento de dados e comparações sobre custos similares nas diferentes áreas de atuação da máquina pública, além de poder identificar discrepâncias.

“Nessa análise, vamos identificar onde os custos estão altos e vamos fazer a gestão dos custos para otimizar a utilização do recurso público”, explicou o subsecretário de contabilidade pública do Tesouro, Gilvan Dantas, à Exame.

Conforme a publicação da Exame, o sistema não gerará informações novas. Apenas unifica os dados do Executivo e das demais esferas administrativas.

Atualmente, os ministérios apresentam ao governo as despesas da pasta. Com o SIC, será preciso informar periodicamente o real consumo em relação às expectativas.

Além dos ministérios e órgãos governamentais, será possível monitorar as contas públicas nos níveis dos departamentos, diretorias, secretarias e seções.

Este ano, o sistema funcionará com menos rigidez em relação às cobranças, mas, a partir de 2013, os relatórios produzidos pelos órgãos do governo deverão ser enviados trimestralmente para a Fazenda, que serão usados apenas para consumo interno por se tratar de um momento de aprendizagem.

A expectativa é de que, a partir de 2014, os relatórios de gastos e cobranças passem a ficar disponíveis na internet. E, até o momento, o governo não estipulou penalidades para dados contraditórios ou incompletos.

Pelo link relacioando abaixo, confira a matéria da Exame na íntegra.