Decisões recentes do Judiciário apontam que a justiça brasileira começa a reconhecer uma espécie de “zona cinza” entre os contratos de trabalho regidos pela CLT e os autônomos. 

 
Segundo aponta uma matéria do Valor Econômico desta segunda-feira, 09, juízes do trabalho começaram a reconhecer como um fator o grau de instrução e o poder econômico de profissionais em cargos de diretoria. 
 
Entre os exemplos de decisões nesse sentido apontadas pelo jornal estão a rejeição por parte do  Tribunal Superior do Trabalho (TST) do pedido de vínculo empregatício de um vice-presidente de um banco, por entender que não havia subordinação. 
 
A instituição financeira argumentou que o executivo tinha autonomia para tomar decisões em nome da empresa, inclusive representá-la diante do público externo. 
 
Confira a reportagem na íntegra pelo link relacionado abaixo.